[ Alvaro Seixas, Hugo Houayek, Rafael Alonso ]

(Rio de Janeiro)


Alvaro Seixas, Hugo Houayek, Rafael Alonso

29 a 31 de julho de 2005

Espaço Bananeiras
Ladeira do Castro 209, Santa Teresa
21-2221-2402
Diariamente, 11-24h

[ Inscrições para o programa de exposições FUNJOPE ]

(Nacional)

A Prefeitura Municipal de João Pessoa, através da Fundação Cultural de João Pessoa – FUNJOPE, informa aos interessados que estão abertas, até o dia 31 de julho, as inscrições para o programa de exposições do Casarão 34 e da Casa da Pólvora.

I. CRONOGRAMA
Inscrições relativas às pautas de agosto de 2005 a julho de 2006

Período de Inscrição: 01 a 31/07/2005
Avaliação dos Projetos: 08/08/2005
Resultado: 09/08/2005

II. INSCRIÇÃO

1. A inscrição é gratuita.

2. Podem inscrever-se artistas plásticos e grupos de artistas brasileiros e estrangeiros, desde que não tenham realizado exposição individual nos referidos espaços expositivos no ano anterior ao prazo de inscrição estabelecido neste Regulamento.

3. Não podem se inscrever membros da comissão de seleção e funcionários da FUNJOPE.

4. As inscrições devem ser encaminhadas à Fundação Cultural de João Pessoa- FUNJOPE/ Casarão 34, aos cuidados da Divisão de Artes Visuais – Praça Dom Adauto, n° 34, Centro, João Pessoa – PB, CEP: 58010-670, por correio ou pessoalmente segundo os critérios discriminados abaixo.
- Pessoalmente no Casarão 34, nos horários de segunda a sexta, das 9h às 12h e 14h às 18h, até o dia 31 de julho.
- Carta Registrada ou por serviços de entrega expressa com aviso de recebimento (AR), com data de postagem até o dia 31 de julho.
- As Inscrições efetuadas por meio de correio devem ser encaminhadas com envelope subscrito e selado no mesmo valor da remessa encaminhada para a inscrição, com vistas à posterior devolução do material em caso de propostas não selecionadas.
- Os inscritos não-selecionados deverão retirar seus portfolios até 20 dias após a data de divulgação dos resultados, após o que, se não retirados, serão descartados.
- Os dossiês de propostas selecionadas não serão devolvidos.

5. Requisitos para Inscrição:
- Ficha de inscrição preenchida com os dados pessoais do artista e termo de compromisso assinado.
- Currículo Artístico resumido.
- Dossiê contendo proposta da exposição (até 2 laudas), fotos (30x20cm) de 5 a 10 obras a serem expostas com seus respectivos dados técnicos: título, técnica, dimensões e ano, e outros dados que se julgue importantes pra melhor entendimento do trabalho. As fotos devem mostrar o projeto proposto (se pronto) e trabalhos de fases anteriores, fornecendo indicações sobre os trabalhos desenvolvidos anteriormente pelo artista.
- Quando se tratar de instalações, vídeo-arte, vídeo-instalação, intervenções e performances, incluir memorial descritivo detalhado, com plano de montagem, materiais e equipamentos a serem utilizados, e/ ou vídeo formato VHS ou CD-ROM/ DVD, de até cinco minutos de duração, além de informações que julgar importantes para o processo de análise e possível montagem.

III. CONDIÇÕES GERAIS

6. Os projetos encaminhados serão analisados por uma Comissão de Seleção entre críticos, curadores de arte e artistas, e pela divisão de Artes Visuais da FUNJOPE.

7. Os critérios adotados, bem como a justificativa para a escolha dos artistas ou grupos selecionados, serão objetos de reunião da Comissão de Seleção, tendo sua fundamentação registrada em ata;

8. As decisões da Comissão de Seleção são soberanas e irrecorríveis.

9. As exposições serão agendadas pela Divisão de Artes Visuais da FUNJOPE, em acordo com a comissão de seleção, a quem cabe decidir se a proposta será mostrada individual ou coletivamente.

10. A distribuição das exposições entre os espaços expositivos do Casarão 34 e da Casa da Pólvora será estabelecida atendendo às características arquitetônicas dos edifícios e das especificidades das obras.

11. As plantas baixas e especificações técnicas dos espaços expositivos estão disponíveis no Casarão 34 e poderão ser obtidas via e-mail casarao34@joaopessoa.pb.gov.br

12. São responsabilidades da FUNJOPE:
- Formar a comissão de Seleção.
- Produzir texto crítico institucional.
- Impressão (300 unidades, modelo padrão) e postagem dos convites.
- Divulgação da exposição na imprensa escrita e na homepage da FUNJOPE com base nos materiais disponibilizados pelos artistas.
- Serviços de apoio aos artistas na montagem e desmontagem das exposições.

13. São responsabilidades do artista selecionado:
- Entregar material fotográfico, currículo artístico e textos de apresentação da exposição em meio magnético (e-mail ou CD-ROM), com antecedência de, no mínimo, 30 dias da data de abertura das exposições.
- Fornecer equipamentos e materiais previstos para a exposição e não-disponíveis na FUNJOPE.
- Retirar as obras da galeria no prazo máximo de 5 dias úteis, a contar do término da exposição, caso contrário, a FUNJOPE não se responsabilizará pela guarda e conservação das obras.
- Providenciar e arcar com os custos de fretes, transportes (até o local da exposição) e seguros das obras, inclusive na devolução (a partir do local da exposição).
- Encaminhar as obras em embalagens resistentes, inclusive considerando que sua devolução será feita nas mesmas condições de recebimento.
- Conceder a FUNJOPE direito de uso de imagem parcial ou total das obras apresentadas nos espaços expositivos da Fundação.

IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS

14. O ato de inscrição no processo seletivo implicará na aceitação do artista ou grupo de todas as condições deste regulamento.

15. Os casos omissos relativos a este Regulamento serão decididos pela Divisão de Artes Visuais da FUNJOPE.

16. A FUNJOPE se reserva o direito de complementar sua agenda de pautas com exposições, palestras e oficinas.

17. Maiores informações poderão ser obtidas no Centro Cultural Casarão 34 - Praça Dom Adauto, n° 34, Centro, João Pessoa/PB, CEP: 58010-670 - no telefone 3218.9708 ou por e-mail casarao34@joaopessoa.pb.gov.br.

[ projeto Monumento Mínimo em Paris ]

(Paris)

Néle Azevedo, a convite da Galeria parisiense Sycomore Art levou seu projeto Monumento Mínimo para espaços públicos de Paris.


Foram duas intervenções urbanas no dia 30 de junho de 2005. Ao meio dia, homens e mulheres de gelo derreteram em uma das mais conhecidas praças parisienses, a Place l’Opera Garnier. A partir das 19h, a performance ocorreu na Mairie du 9émè, durante a abertura de uma coletiva de artistas brasileiros, dentro da programação do ano Brasil-França.

As intervenções urbanas coincidiram com a exposição da artista plástica naquela cidade, que abriu no dia 16 de junho e estará aberta até 31 de julho.

Sycomore Art
7 bis rue Geoffroy Marie 75009 Paris M° Grands Boulevards
http://www.sycomoreart.com/artistes/nele_azevedo.htm

[ campanha de revitalização do Centro de Arte e do Acervo Maria Teresa Vieira ]

(Rio de Janeiro)

Dezenove artistas ocupam o Pavilhão da Cultura do Rio Scenarium, em prol da campanha de Revitalização do Centro de Arte e do Acervo Maria Teresa Vieira.

abertura : 19 de julho de 2005 às 19:30 h
visitação: de 20 a 30 de julho de 14:00 às 20:00 h

artes plásticas:
Otávio Avancini
Henrique Resende
Marcelo Oliveira
Dony Gonçalves
Monica Barreto Dionísio
Laura Caputo
Alexandre Ferreira
Martha Niklaus
Nilton Pinho
Mauro Fainguelernt
Caroline Valansi
Ubiratan Lima
Sandra Passos
Cecília Rondon
Lígia Teixeira
Lia do Rio
Rose Almendra
Fernando Mendonça
Arli Pacheco

Poesia e Performance:
Júlio Ludemir
Raimundo Santa Rosa
Pedro Jonathas
Graça Carpes

Música:
Billy Blanco
Marcos Ariel
Arnaldo Vieira
Eduardo Camenietzki
Maurício Durão
Dida Fialho
Christian Vasconcellos e
Ico Bronzato (banda Ultravolts)

Rio Scenarium
rua do Lavradio, 20, segundo andar - Lapa

[ Henry Moore - Visita Guiada com Cristina Salgado ]

(Rio de Janeiro)

28 de julho, quinta-feira, 13h

Paço Imperial
Praça XV de Novembro 48, Centro, Rio de Janeiro - RJ
21-2533-4407
Exposição até 18 de setembro de 2005

[ FotoCross em Santa Teresa ]

(Rio de Janeiro)

Um desafio à sua criatividade.

12 horas para fotografar 12 temas



Dia 23 de julho - sábado - das 9 às 21 h
R$ 3.600,00 em prêmios

Projeção dos trabalhos realizados com entrega dos prêmios no dia 29 de julho durante o Arte de Portas Abertas-RJ

Informações 2507 5352 / 2509 5037
Regulamento: www.chavemestra.com.br

[ Padrões aos Pedaços: o pensamento contemporâneo na arte ]

(São Paulo)


Estão abertas as inscrições para o 1o Simpósio Internacional do Paço das Artes, Padrões aos Pedaços: o pensamento contemporâneo na arte.

Inscrição: até 22/07.

“Padrões aos pedaços” reunirá artistas, curadores, teóricos, críticos e estudantes em São Paulo, no Paço das Artes, em agosto de 2005. O simpósio questionará o estado atual da arte contemporânea ao abranger questões referentes ao circuito da arte, produção artística, reflexão crítica e mídia. Entre os seus objetivos estão o debate dinâmico e a convivência entre os integrantes que compõem a cena da arte contemporânea no exterior e no Brasil. Para maiores informações, visite:

http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.event_pres/simp_sem/pad-ped0/index_html/

Que pensamento norteia a produção de arte atual? A idéia de “padrões aos pedaços” sugere uma situação paradoxal: ao mesmo tempo em que poderíamos supor que os modelos ou padrões do modernismo foram esgotados, a arte contemporânea navega sobre a profusão de referências da história da arte e, ao mesmo tempo, não há padrões ou modelos novos... Ou há?

A questão que aqui se coloca é: ainda é possível pretender que a arte venha a quebrar paradigmas? Ou que seja prospectiva, propositiva? É possível que surjam novas rupturas ?

Ana Letícia Fialho, Angélica de Moraes, Cláudia Paim, Cristiana Mazzucchelli, Elisa de Souza Martinez, Maria de Fátima Morethy Couto, Ricardo Mendes, Stéphane Malysse

Apresentação de 8 artigos nas sessões de comunicações durante simpósio nos dias 8 e 9 de agosto de 2005 no Paço das Artes, São Paulo.

8 de agosto, segunda-feira, 17-19h20, depois debate até às 19h

1. Iniciativas Coletivas de Artistas, por Cláudia Paim
2. "Padrões aos Pedaços" ou como Orlan ataca a arte contemporânea e os padrões de beleza com a sua arte carnal, por Stéphane Malysse
3. Arte como Projeto? , de Cristiana Mazzucchelli
4. Fotografia moderna e historiografia brasileira: divergência e convergência, por Ricardo Mendes

9 de agosto, terça-feira, 17-19h20, depois debate até às 19h

1. A crise do modernismo e a crítica de arte no Brasil e no exterior, por Maria de Fátima Morethy Couto
2. Paradigmas expográficos: contextos e fissuras, por Elisa de Souza Martinez
3. O Brasil na coleção do MoMA: Análise da inserção da arte brasileira numa instituição internacional, por Ana Letícia Fialho
4. As artes visuais na era da apropriação simbólica pelo capital, por Angélica de Moraes


Paço das Artes
Av. da Universidade, nº 1 - Cidade Universitária CEP: 05508-400
Em frente ao CEPEUSP, portão 1
Tel +55(11) 3814 4832 Fax+55(11) 3815 790
pacodasartes@pacodasartes.sp.gov.br

[ Analu Cunha - parêntesis ]

(Rio de Janeiro)

Analu Cunha apresenta 3 videos realizados a partir de 2004. Neles podemos encontrar diferentes maneiras de elaboração do real.



Solar Grandjean de Montigny
Centro Cultural PUC-Rio

inauguração 21 de julho de 2005 às 19h00

Rua Marquês de São Vicente, 225 Gávea
tel. 21-3114 1435 / 36
visitação de segunda à sexta, de 10h00 às 17h30

[ Esclarecendo o sentido da Ocupação no Paço das Artes ]

(São Paulo & Internet)

E-mail enviado no último sábado a todos os participantes do projeto Ocupação no Paço das Artes , onde a diretora do Paço das Artes, Daniela Bousso, esclarece os pressupostos da Ocupação:
..................

Aos artistas da "Ocupação", ao pessoal do Coro e a todos que ainda se interessam por instituições culturais.

Caros,

Que bom que finalmente a discussão começa a tomar rumos interessantes.

A proposta de "Ocupação" do Paço das Artes deve-se à necessidade que a equipe do Paço e eu sentimos em nos posicionar frente a penúria que as instituições culturais estão vivendo em nosso país. Não se trata apenas de
falta de verbas, mas sim, o que é mais grave, da ausência total de políticas culturais públicas para o exercício pleno da arte contemporânea.

A idéia de oferecer o Paço à "Ocupação" dos artistas responde, de forma silenciosa, a uma situação lamentável em nosso meio: de um lado as elites se impõem à cultura pelo exercício da plutocracia, ou, pior ainda, como
bem lembrou o jornalista Mário César Carvalho em recente artigo "A morte do MASP", as nossas elites preferem pagar R$8.000,00 por um terno a colaborarem ativamente com as instituições, em crítica ao advento da Daslu. De outro lado, o circuito de arte (artistas, curadores, produtores, instituições e mercado) parece pouco atento a estas circunstâncias.

O Paço das Artes chega aos seus 35 anos com o perfil de programação definido e sistemático, mas ainda assim sem verbas para novas programações, com um mobiliário mambembe, funcionários apaixonados pelo seu trabalho, mas indecentemente pagos, e sem verbas para poder continuar o trabalho de forma planejada pela falta de manutenção do seu cotidiano - tal como reforma elétrica, de cabeamento de rede, atualizações de computadores e linhas telefônicas com funcionamento precário ou quase nulo. Poucos, a não ser nós mesmos parecem se importar com a gravidade de tal situação.

Todos os artistas que participam da "Ocupação" foram alertados com muita clareza a respeito desses fatos. Discutimos até que não caberia a diretoria do Paço das Artes encabeçar mobilizações a esse respeito, mas apenas dar ao meio total ciência dos fatos e abertura à "Ocupação" e aos debates que dela poderiam surgir.

Ao tentarmos tornar esses fatos públicos, fomos surpreendidos com a omissão total da mídia impressa. Em entrevista ao Estadão e a Folha enumerei pessoalmente os problemas elencados e a razão de fazermos uma
"celebração", hélas, com um vernissage de espaço em branco, mas a imprensa mostrou-se surda, cega e muda, limitando-se a publicar o tal do arroz-feijão, ou seja, apenas o serviço.

O projeto da Ocupação pretende, isso sim, criar oportunidade de encontros e trocas entre os interessados na continuidade de uma instituição como essa, pois cabe a sociedade civil e ao meio artístico lutar pelos seus interesses. Como temos visto em nosso meio, o que é que está faltando?

Primeiro, a clareza de discernirmos em que medida a ausência de instituições culturais equipadas e aparatadas para suportar as demandas da contemporaneidade nos beneficia ou prejudica. Incluem-se aí verbas para programações completas (que pudessem subsidiar obras e cachês de artistas, para além dos orçamentos normais de produção, exibição e difusão de mostras) e manutenção básica dos espaços.

Segundo, falta a discussão profunda e livre de preconceitos entre as partes, acompanhada de análise realista da situação.

Terceiro, a decisão pelo traçado de estratégias de ação. Ou deixar o processo a deriva, já que nem mais a dimensão simbólica prevalece nas instituições brasileiras.

Esse espaço de discussão - potencialmente constelado no Paço das Artes durante seus 45 dias de Ocupação - poderá ou não gerar resultados interessantes tanto em direções políticas, quanto mercadológicas e culturais. Ou poderá revelar, mais uma vez, a nossa inaptidão a nos mantermos vivos no sistema vigente e seu devir.

Quem somos? Onde estamos? E para onde queremos ir de fato? Dependerá de todos nós e da nossa inteligência para conduzirmos negociações e estratégias. A conversa começa agora e sinceramente espero que seja construtiva. Sugiro um primeiro encontro com data e hora marcada no Paço das Artes. E aí, quando será?

Um abraço a todos,
Daniela Bousso

Acompanhe a discussão que originou este texto no Blog da Ocupação ­
www.pacodasartes.sp.gov.br

http://merzblog.zip.net/

[ cameralenta: manifesto conceitual ]

(Internet)

nacameralenta.blogspot.com





ao se expressar por um manifesto para sua conceituação, cameralenta dá um cambalhota de quase cem anos, até as vanguardas ditas históricas e se atualiza em pleno século XXI, no espírito de seu tempo. não é pós, é meta e trans: metavanguardística e trans-humana: imprecisa, incerta, precária e inútil.

cameraslentas entram, preenchem, fluem, permeiam, escorrem, estão no contra-fluxo dos modismos tecnológicos e, ao mesmo tempo em seu trânsito, ora curso, ora afluente. Linguagem sofisticada, sob o disfarce da ingenuidade e artesania. trabalham com incertezas, imprecisões, lógicas obscuras, assumindo o precário e o inútil como resistência e embate com a ideologia positivista dos meios de comunicação de massa.
cameraslentas ultrapassam o mero formalismo, o fetiche do objeto produto da criação artística, embora assuma-se como prática estética que objetiva questionar os meios de percepção do humano. sua existência só faz sentido na ação operativa, no trânsito, no movimento, como procedimento de captura de imagens e sons não iluminados pela mídia publicitária e jornalística: apropria-se de espaços "inexistentes", de sons "inaudíveis", de imagens "invisíveis".

cameraslentas questionam relações culturais de dominação e propõem o desejo de criar espaços de deslocamentos colaborativos estéticos e éticos. sua atuação se dá no encontro, no acontecimento, no devir; ação e reação dos corpos, sons, imagens, no tempo interior em diálogo com o campo externo, encontro pelo qual um torna-se o outro e nessa atitude despreza-se a mimesis aristotélica, o registro preciso e os cânones.

cameralenta: Neide Jallageas, Mariana Chaves, Marisa Rugai, Andrea Costakazawa.

saiba mais: http://cubobranco-br.blogspot.com/2005/07/blog-do-projeto-cameralenta.html

enviado por neide jallageas neidejallageas@jallageas.art.br