[ Almofadinhas | Experiência B ]

Grupo "Almofadinhas", formado por três artistas homens que bordam, abre no próximo dia 28/4, a partir de 11h, a exposição "Almofadinhas | Experiência B", no ​Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (mBrac).


Detalhe de obra de Fábio Carvalho.

O grupo​ é formado por Fábio Carvalho (RJ), Rick Rodrigues (ES) e ​Rodrigo Mogiz (BH),​ ​três artistas que tem o bordado como ponto em comum de suas produções​. A exposição contará com trabalhos dos três “Almofadinhas”, tanto obras já existentes quando as que ​foram criadas durante a ​Residência Artística CASA B, junto a trabalhos de Arthur Bispo do Rosário, ​incluindo uma obra inédita do mesmo, ​criando-se um diálogo simbólico entre a produção do grupo com a de Bispo do Rosário.

​​O "Almofadinhas" surgiu em meados de 2015, quando os três artistas começaram a realizar conversas à distância, por meio das redes sociais, sobre as afinidades conceituais e imagéticas de suas obras.

Detalhe de obra de Rick Rodrigues.

O convite para participar d​a ​​Residência CASA B ​partiu do curador do ​​​​mBrac, ​​Ricardo Resende, que também foi o curador da primeira exposição do grupo, realizada em 2017, em Belo Horizonte. Nesta nova edição a curadoria contará com ​​Diana Kolker, gerente de educação do mBrac e coordenadora do programa de residências CASA B junto à Ricardo.

Detalhe de obra de Rodrigo Mogiz.

No texto para a exposição dos Almofadinhas em 2017, ao comentar o uso do bordado pelos artistas do grupo, Resende afirma:​
Os Almofadinhas ​"têm essa linguagem como suporte do devaneio estético que dá um novo sentido ao gesto de bordar e, consequentemente, ao bordado. Enfeitar, adornar é um desvio da vida prática de resultados que pauta a tal sociedade do desempenho. Para Fábio Carvalho, Rick Rodrigues e Rodrigo Mogiz, o bordado permite uma experiência interior estética. Cada um à sua maneira, todos imprimem com o bordado a sua mensagem poética.​Os três artistas têm necessidade dessa técnica ancestral de “enfeitar” tecidos. Usam a técnica para expressar visões do mundo e desde que se encontraram influenciam e interferem um no trabalho do outro. O resultado do que fazem com a técnica, como não poderia deixar de ser, é bonito, tocante e sedutor. Causam impacto pelas cores, pela delicadeza e, claro, quando mais se aproxima e com atenção redobrada para os trabalhos, descobre-se que não é só de estética que tratam. Surpreendem. Na verdade, causam estranhamento.
​Mimetizam a beleza vista nos objetos de pano pois, de fato, leva-se um ‘susto’ quando se descobre o real motivo dos bordados, pois estamos acostumados com o bordado de enfeite. São questões ainda tabu para a humanidade o que abordam com seus trabalhos. Gênero, sexualidade, memória, família, guerras, violência e os costumes, a ambiguidade de ser sensível na sociedade contemporânea, subvertendo o universo cultural da feminilidade em suas poéticas. Os artistas aqui não são seres disciplinados, tão pouco conformados e, muito menos, ‘bonzinhos’. Não. Eles subvertem os modos, subvertem a própria arte ao fazerem da frugalidade dessa atividade, arte."

​​A Casa B – Residência Artística é o programa de residência da Escola Livre de Artes (ELA) do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (mBrac), dedicado a artistas, curadora(e)s e educadora(e)s para o desenvolvimento de pesquisas e poéticas através do diálogo com a comunidade, o território e com outros programas ​​desenvolvidos pelo museu. A criação do programa foi motivada pelo potencial artístico-cultural da Colônia, que registrou na sua história a passagem de importantes nomes na arte brasileira como Arthur Bispo do Rosário, Ernesto Nazareth, Stela do Patrocínio e, atualmente, os artistas que compõem o Atelier Gaia.

O ​​Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (mBrac) integra o Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, outrora uma instituição manicomial conhecida como Colônia Juliano Moreira, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O Museu é responsável pela preservação, conservação e difusão da obra de Arthur Bispo do Rosário – um dos expoentes da arte contemporânea, de reconhecimento nacional e internacional e que viveu internado na Colônia por 49 anos. Além de realizar exposições do acervo de Bispo do Rosário e artistas contemporâneos, a instituição toma para si o desafio de integrar arte e saúde, criando novas perspectivas sobre arte, educação e cuidado e expandindo suas ações através da Escola Livre de Artes.


SERVIÇO:
Exposição Almofadinhas | Experiência B
Abertura: 28 de abril, de 11h até 17h
Visitação: até 6 de julho, de terça a sexta, de 10h às 17h
Local: Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (mBrac)
Estrada Rodrigues Caldas, 3400 – Edifício Sede – Taquara, Jacarepaguá
Telefone: 3432-2402


​Acompanhe os Almofadinhas em:

www.facebook.com/AlmofadinhasBR

www.instagram.com/almofadinhas_br

[ ÁGUA - Artistas contemporâneos e questões da água ]

(São Paulo)
abertura: 22/11/2017
até: 18/02/2018

Rosana Palazyan
"...Uma história que eu nunca esqueci..." - 2013 - 2017
Videoinstalação apresentada no Pavilhão Nacional da República Armênia
Leão de Outro para melhor Representação Nacional
56a Bienal  Internacional de Arte de Veneza - 2015
foto:  Everton Ballardin

Que a água é essencial para os organismos vivos não é novidade; logo, tratar dessa temática é uma questão que urge, uma das necessidades mais desafiadoras da sociedade contemporânea.

Para discutir o assunto - abordando questões sobre o meio ambiente, diversidade, ecossistemas, mudanças climáticas e conservação da água como um recurso vital, o Sesc Belenzinho apresenta a exposição Água, projeto da ART for The World, ONG afiliada ao UNDPI (Departamento de Informação Pública das Nações Unidas).
Com curadoria de Adelina von Fürstenberg, uma das principais da atualidade, ganhadora do Leão de Ouro na 56ª Bienal de Veneza (2015), a mostra acontece de 22 de novembro de 2017 a 18 de  fevereiro de 2018, e traz obras de 23 artistas de diversas partes do mundo.

A primeira montagem aconteceu neste ano em Genebra, tendo seu lançamento em uma data significativa: 22 de março, quando comemora-se o Dia Mundial da Água. Na ocasião, 32 artistas - incluindo dois brasileiros - apresentaram suas obras, que em grande maioria chegaram ao público pela primeira vez. Na montagem brasileira, 23 artistas apresentam seus trabalhos: são instalações, vídeoinstalações, vídeo-projeções, fotografias, esculturas, desenhos e pinturas, incluindo produções específicas para o local e obras inéditas.

[texto | fonte >>]

Laura Vinci
"Mona Lisa"

Curadoria: Adelina Von Fürstenberg

Artistas:
Benji Boyadgian (Palestina/Finlândia)
Carlos Montani (Argentina)
Clemente Bicocchi (Itália)
Dan Perjovschi (Romênia)
Dorian Sari (Turquia)
Eduardo Srur (Brasil)
Guto Lacaz (Brasil)
Iseult Labote Karamaounas (Grécia/Suíça)
Jonathas de Andrade (Brasil)
Laura Vinci (Brasil)
Luca Pancrazzi (Itália),
Marcello Maloberti (Itália)
Marcelo Moscheta (Brasil)
Maria Tsagkari (Grécia)
Michel Favre (Suíça)
Nigol Bezjian (Síria)
Noritoshi Hirakawa (Japão)
Rosana Palazyan (Brasil)
Salomé Lamas (Portugal)
Sheba Chhachhi (Índia)
Stefano Boccalini (Itália)
Vasilis Zografos (Grécia)
Velu Viswanadhan (Índia/França)

Jonathas de Andrade
"Maré"
111 gravuras em tinta UV sobre madeira de bordo,
com imagens de um velho Iate Clube de Maceió, Alagoas

SESC Belenzinho, São Paulo
Inauguração: 22 de Novembro, quarta-feira, às 20h
De 22 de Novembro de 2017 à 18 Fevereiro de 2018
Saiba mais em:
https://www.aqua-artfortheworld.net/sao-paulo

[ Sucessões Divergentes - Lisboa ]

(Lisboa)
abertura: 28/09/2017 às 19h
até 17/10/2017

​​“Sucessões Divergentes” é a nova exposição que abre no próximo dia ​​28 de Setembro, quinta-feira, às 19h, no renovado Edifício Caleidoscópio no jardim do Campo Grande em Lisboa.

​​O artista luso-brasileiro​ ​​Rodrigo Vila apresenta pinturas baseadas nos erros e faltas de azulejos nas fachadas de Lisboa.

Sucessão divergente #5  .  Óleo sobre tela  .  (50 x 100cm)  .  2017​

O artista ​emprega em suas pinturas técnicas similares às utilizadas nas antigas fábricas de azulejos: a pintura com estampilhas (moldes vazados, como um stencil) recriadas pelo próprio artista a partir de fotografias feitas nas ruas de Lisboa, ​​bem como a montagem das suas telas​ que se dá​ peça a peça​,​ da mesma forma como se azuleja uma fachada.

​​Sucessão divergente #7  .  Óleo sobre tela  .  (100 x 100cm)  .  2017

O seu corpo de trabalho chama a nossa atenção em pequenos enquadramentos que ampliam essas perdas e erros. Num primeiro olhar, os erros que apresenta parecem demasiado irreais para serem verdadeiros. ​​Contudo, os seus ​​últimos trabalhos, ​​​em sua maioria, ainda inéditos, que serão apresentados na exposição ​"Sucessões Divergentes​"​, revelam erros reais, tal como são encontrados nas fachadas dos edifícios Lisboetas. Esses erros reais focados e exacerbados pelo artista, geram padrões irregulares no que poderia ser uma imagem caleidoscópica​.

O espaço da cidade, com sua dinâmica contemporânea, converte-se num reflexo do mundo, onde a perfeição jamais será tão perfeita quanto a imaginamos.​

​​A exposição pode ser visitada 24 horas por dia, assim como as fachadas da cidade não se encontram​​ delimitadas por um horário.

​​​​​​​Sucessão divergente #2  .  Óleo sobre tela  .  (80 x 80cm)  .  2017


Rodrigo Vila ​(1980 - Rio de Janeiro) formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), começou o seu trabalho em artes plásticas em 2004, já tendo participado de diversas exposições coletivas e apresentado mostras individuais em Portugal. Muitas das suas peças encontram-se atualmente em coleções particulares.​


​serviço:

Exposição "​Sucessões Divergentes​"​
Inauguração quinta,​ dia 28/09/2017 às 19h
até 17/10/2017
segunda-feira a domingo, 

​aberta ​
24 horas
Local: Edifício Caleidoscópio, Jardim do Campo Grande, Lisboa


​​

[ Domínio Lacunar ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 05/08/2017 - 12/18h 

encerramento: 30/09/2017


A exposição “Domínio Lacunar”, da artista Helena Trindade, com curadoria de Glória Ferreira foi pensada e executada especialmente para espaço, a partir dos documentos do arquivo do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Para a artista, todo arquivo é um recorte, onde as ideias de completude e de objetividade não se aplicam.  São ocupadas as duas galerias do pavimento térreo com instalações construídas com catálogos e cópias de documentos que registram as atividades do local. Com eles, a artista constrói pequenas caixas que, enquanto módulos de apelo táctil e visual, estruturam os trabalhos apresentados. Ocas, no entanto, mostram fotos e escritos de uma forma fragmentária que demanda do espectador sua “investigação” e sua leitura singular. Reunidos de maneira mais ou menos aleatória, imagens e texto deflagram encontros poéticos.

foto: Helena Trindade

Na primeira galeria, são apresentados dois trabalhos que fazem referência à obra de Helio Oiticica, artista carioca que completaria 80 anos este ano. São eles: ‘Bólide AHO’ e ‘Coluna AHO’ (AHO querendo dizer “a Helio Oiticica”). O primeiro consiste numa caixa que, construída com a imagem de uma maquete de um Penetrável de Helio Oiticica, é coberta com a mesma tela vazada branca utilizada no estudo do artista. Já ‘Coluna AHO’, que se estende do piso ao teto, foi construída com pequenas caixas dos documentos das exposições de Helio Oiticica no CMAHO. Ela faz referência aos Bólides, Ninhos, Tropicália, Magic Square e outras obras de Helio, onde a artista vislumbra a ideia de caixa. A coluna também é pontuada por elementos de cores primárias, uma alusão ao gosto de Oiticica pela obra de Mondrian.

Na segunda sala, Helena apresenta os trabalhos ‘Cata-clismo’, ‘Maquinária’ e ‘Dados’. O primeiro é construído com catálogos do CMAHO que se “derramam” verticalmente uns sobre os outros e que privilegiam imagens de quadrados, caixas e cubos de autoria de vários artistas. ‘Maquinária’ é elaborado com documentos, a partir de 2014, transformados em pequenas caixas. São clippings de imprensa, fotos, esquemas de montagem, listas de materiais de produção, convites de exposições, seminários, debates, defesas de tese, agenda de visitas de escolas, entre outros materiais. Já a obra ‘Dados’ é construída a partir de 64 pequenos cubos feitos de cópias dos documentos do arquivo do CMAHO. O título faz referência à forma (DADOS querendo dizer cubos) e ao conteúdo (DADOS querendo dizer informações do arquivo) do trabalho. É também uma alusão ao acaso (lance de dados), presente na maneira que foi construído, juntando texto e imagem meio que aleatoriamente.

de 05/08/17 à 30/09/17
Centro Municipal Helio Oiticica
Rua Luís de Camões, 68, Centro



fonte: http://dasartes.com.br/agenda/helena-trindade-centro-municipal-de-arte-helio-oiticica/

[ Temporada de Projetos 2018 - Inscrições Abertas - Paço das Artes ]

(Nacional)
de: 8/8/2017
até: 30/9/2017 


O Paço das Artes – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – lança a convocatória da Temporada de Projetos 2018. O júri selecionará um projeto curatorial e nove trabalhos artísticos, que serão expostos em datas e local a serem definidos pelo Paço das Artes, atualmente sediado no Museu da Imagem e do Som (MIS), na av. Europa, 158 – Jardim Europa.

Os projetos e as fichas de inscrição devem ser entregues entre 8 de agosto e 30 de setembro de 2017 no MIS (av. Europa, 158 – Jardim Europa), aos cuidados do Núcleo de Projetos do Paço das Artes, de terça a sexta-feira, das 12h às 20h. No caso de propostas enviadas pelos Correios, será considerada a data de postagem (até 30/9).

Maiores informações, bem como as fichas de inscrição e a convocatória estão disponíveis no site da instituição: www.pacodasartes.org.br.

[ do silêncio: vers Leonilson ]

(São Paulo)
abertura: 10/08/2017 - 19/22h
encerramento: 23/09/2017

Exposição “do silêncio: vers Leonilson”, coletiva com curadoria de Ricardo Resende



Leonilson, Gustavo Rezende, Hilal Sami Hilal, João Castilho, Johanna Calle, Luiz Solha, Maria Leontina, Marina Weffort, Mira Schendel, Paulo Whitaker, Sergio Romagnolo, Vanderlei Lopes e Wagner Malta Tavares.


Abertura: 10 de agosto, quinta-feira, das 19h às 22h
Período expositivo: de 11 de agosto a 23 de setembro
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 10h30 às 19h / sábado, das 11h às 16h Galeria Marilia Razuk
Rua Jerônimo da Veiga, 131 e 62 – Itaim Bibi – São Paulo
Tel: 55 11 3079-0853

[ CONVOCATÓRIA 68º Salão de Abril Sequestrado ]

(Nacional)
até: 23/8/2017

Está aberta a convocatória para o 68º Salão de Abril Sequestrado.


Com mais de sete décadas de existência, o Salão de Abril é uma mostra tradicional de grande relevância que sempre proporcionou ao longo de sua história um importante panorama das artes no Ceará e no Brasil.

A atual gestão municipal, no entanto, sem nenhuma explicação, abdicou de realizar sua 68ª edição. A gestão municipal também demonstra o seu descompromisso com as artes e a cultura diante do não pagamento do Edital das Artes de 2016 e muitas outras ações de desmanche da política cultural.

A Sociedade Civil levará à frente o Salão de Abril. Diante da negligência da gestão municipal, convidamos todos os interessados a sequestrar o 68º Salão de Abril!  Com a colaboração não-remunerada de artistas, espaços culturais não governamentais, curadores, profissionais da cultura, galeristas e sociedade civil vamos realizar o Salão de Abril enquanto mostra autônoma que reafirme sua importância e discuta o lugar das artes e as políticas de incentivo e fomento de forma ampla e participativa.

convocatória: https://tinyurl.com/sequestradoconvocatoria

formulário de inscrição: https://tinyurl.com/sequestradosemgmail

Calendário:

Convocatória: Até 23 de agosto
Seleção: Até 27 de agosto
Abertura: Até 30 de setembro
Encerramento: Até de 15 de outubro.

[ exposição Carpintaria para Todos]

(Rio de Janeiro)
data: 10/08/2017

Na Carpintaria para Todos, qualquer pessoa poderá apresentar seu trabalho. Sem nenhuma curadoria, o critério para expor no espaço da Carpintaria é a ordem de chegada. 



Seja por falta de oportunidades, contatos, pelo circuito fechado ou por questões financeiras, muitas vezes se torna difícil expor, sobretudo, para novos artistas. Porém, graças à Carpintaria para Todos, qualquer pessoa poderá apresentar seu trabalho. Sem nenhuma curadoria, o critério para expor no espaço da Carpintaria, ligada à Fortes, D’Aloia & Gabriel, é a ordem de chegada. Os interessados terão que comparecer no endereço Rua Jardim Botânico, 971, em 10/8 (quinta-feira), das 10h às 19h.

Exposição Artes e Ofícios para Todos, realizada em 2012 (foto: Eduardo Ortega)

Contudo, há alguns requisitos que os participantes deverão atender, como em relação ao tamanho do trabalho -que tem que passar pela porta de 1,80 x 2,10 m. Além disso, cada um deverá levar o material necessário para instalar e expor a obra, apesar de haver montadores para auxiliar. Leia todas as especificações no texto-convite divulgado nas redes sociais da Carpintaria.

No encerramento da exposição, no dia 19/08 - 17h, acontecerá conversa entre membros do comitê voluntário e os artistas participantes. Ainda acontecerá exibição de trechos de filmes e outras projeções, com o objetivo de pontuar o bate-papo.

Carpintaria para Todos é uma releitura de um evento realizado em 2012, paralelo à 30ª Bienal de São Paulo, no Galpão do Liceu de Arte e Ofícios.

Os organizadores e colaboradores voluntários deste projeto são: Alexandre Gabriel, Alessandra D’Aloia, Barrão, Bernardo Mosqueira, Eduardo Ortega, Laura Mello, Luisa Duarte, Marcelo Campos, Márcia Fortes, Mari Stockler e Victor Gorgulho. Os colaboradores estarão pessoalmente no local da exposição ajudando a receber as obras e montar a exposição.

Confira o regulamento completo
http://fdag.com.br/exposicoes/carpintaria-para-todos/

Recebimento das obras
Quinta-feira, 10/agosto/2017 | 10h – 19h

Período de exposição
10 – 19/agosto, 2017

Conversa de encerramento
Sábado, 19/agosto/2017 | 17h

Visitação
Terça – Sexta: 10h – 19h | Sábados: 10h – 18h

Mais informações
carpintaria@fdag.com.br | T +55 21 3875 5554


fonte: www.select.art.br/por-ordem-de-chegada e https://www.facebook.com/events/618516035202946/

[ "Rrrrrrrrrr" ]

(São Paulo)
abertura: 3/4/2017 | 19h - 22h
até: 27/5/2017


A Central Galeria tem o prazer de apresentar, a partir de 03 de abril de 2017, às 19h, a primeira exposição da artista carioca Gabriela Mureb, em São Paulo. Sob curadoria de Juliana Gontijo, a exposição intitulada “Rrrrrrrrrr” é composta por uma série de de máquinas alteradas, motores, vídeos e desenhos que evocam experiências limitrofes do corpo-humano e maquínico – e da linguagem.

Rrrrrrrrrr é um título-onomatopéia que faz referência ao som gutural, dificilmente pronunciável, que anuncia um momento disfuncional da linguagem e da perda de sentido. O ruído se torna aqui o ponto de conexão entre regimes heterogêneos – metal, borracha e carne -, a partir do qual as máquinas ganham a improdutividade do funcionamento ilógico, a fala não se pronuncia, os movimentos corporais são involuntários e a produção  de fluidos, automatizada.

Serviço:
Exposição: "Rrrrrrrrrr”,
individual de Gabriela Mureb
curadoria: Juliana Gontijo
Abertura: 3 de abril, das 19h às 22h
Visitação: 04/03 a 27/05/2017

Central Galeria
Vila Madalena: r. Mourato Coelho, 751, tels. (11) 2645-4480 e (11) 2613-0575
Seg. a sex., 11h/19h; sáb., 11h/17h
http://www.centralgaleria.com

[ O Museu Inexistente No 1 ]

(São Paulo)
abertura: 25/03/2017 | 15h - 20h
até: 06/05/2017


O projeto “O Museu Inexistente No 1”, do artista Victor Leguy, concebido em parceria com o curador Gabriel Bogossian, propõe um museu fictício que reconta parte da história do Brasil sob uma nova perspectiva. Numa tentativa de descolonizar o olhar e ampliar nosso repertório visual sobre o patrimônio cultural brasileiro são exibidos fotografias, filmes, documentos e objetos que debatem o imaginário construído em torno do povo indígena Enawenê-Nawê. Através de displays museológicos repensados e discurso horizontal, mostra discute o papel do museu na atualidade.

Serviço:
“O Museu Inexistente No 1”, de Victor Leguy
Curadoria: Gabriel Bogossian
Abertura: 25 de março de 2017, das 15h às 20h
Visitação: 26/03/17 a 06/05/17

Encontro com artista, curador e convidados: 08/04, às 15h
Lançamento do catálogo: 06/05/2017, às 15h

Funarte São Paulo | Galeria Flavio de Carvalho
 Campos Elíseos: Al. Nothmann, 1.058, estação Santa Cecília do Metrô, tel. (11) 3662-5177. Seg. sex., 13h/18h; sáb. e dom., 15h/20h. www.funarte.gov.br