[ Fábio Carvalho - intervenção urbana "APOSTO" - Lisboa, Portugal ]

(Lisboa)
início: 12/2/2015
fim: indefinido

Fábio Carvalho está mais uma vez em Lisboa, Portugal, onde realiza a intervenção urbana "APOSTO".


foto: Rodrigo Vila

Para o projeto de intervenção urbana APOSTO, desenvolvido durante o período da Residência Artística HS13rc, em Lisboa, Portugal, Fábio Carvalho, que é um apaixonado pelos azulejos antigos, tendo até mesmo um projeto paralelo de levantamento dos azulejos antigos em sua cidade natal, o Rio  de Janeiro, foram criados três novos padrões de azulejo, a partir de fotos de peças da série "Delicado Desejo".


A série "Delicado Desejo" é composta por armas de fogo criadas a partir de um patchwork de diversas rendas. Como em toda a sua produção, Fábio Carvalho procura questionar o senso comum de que força e fragilidade, virilidade e poesia, masculinidade e vulnerabilidade não podem coexistir, propondo uma discussão sobre estereótipos de gênero.

Os novos padrões foram impressos a laser em papel, e depois os azulejos de papel foram aplicados com cola de amido em fachadas de prédios lisboetas onde os azulejos originais já estavam em falta nestas fachadas, por deterioração ou roubo. Nenhum azulejo original foi coberto pelos de papel. Em alguns casos, foram criados padrões específicos, visando um maior diálogo entre o padrão original e o criado pelo artista.


Procurou-se aplicar os azulejos de papel da melhor forma possível para se integrarem aos azulejos já existentes nas fachadas. Desde que começou a ir à Lisboa com regularidade, a partir de 2011, o artista ficou interessado pelos “remendos” errados que as pessoas fazem nas fachadas de suas casas, usando padrões diferentes dos originais para completar os buracos que vão aparecendo. Isto foi um dos pontos de partida para o desenvolvimento desta intervenção urbana.


Nesta ação, que Francisco Queiroz, Doutor em História da Arte, professor na Escola Superior Artística do Porto, e consultor na área da Reabilitação de Centros Históricos, afirmou na página do facebook do projecto SOS Azulejo (Portugal), seria uma "outra forma de chamar a atenção "para o constante problema de roubos e perdas de azulejos nas fachadas da cidade", nesta despudorada violação do patrimônio histórico público, podemos também ver uma analogia com a banalização da violência e da falta de valor da vida humana em nossos dias.



No total, durante 35 dias 300 azulejos de papel foram aplicados em 45 pontos de intervenção. Os azulejos de papel, ao mesmo tempo que causam um certo estranhamento ao olhar, podem ser por vezes facilmente confundidos com os azulejos originais.


Esta é a segunda vez em que o artista realiza um projeto de intervenção urbana naquela cidade. Ano passado Fábio Carvalho fez uma outra intervenção urbana, chamada “Migração Monarca”, durante as tradicionais Festas dos Santos Populares de Lisboa.

Os projetos de arte urbana de Fábio Carvalho atuam como pequenas inserções, peças que invadem o espaço quase como um parasita. As peças aparecem mais por tensionarem o que já está lá, em vez de impor-se de cima para baixo a um espaço. As peças exigem uma certa intimidade para entrar em ação. Eles permanecem dormentes até que você as ative com o seu olhar. Eles não gritam - sussurram.

Mapas do(s) tesouro(s)
(clique para ampliar)

Anjos e Penha de França
Bairro Alto, Baixa, São Cristóvão e Madalena
Graça

sobre o artista: Fábio Carvalho é um artista plástico carioca (Rio de Janeiro | Brasil) em atividade desde 1994 (13 exposições individuais e mais de 140 coletivas). Participou dos mais importantes projetos de levantamento de produção de arte emergente no Brasil nos anos 1990, como Antarctica Artes com a Folha, Salão MAM-Bahia de Artes Plásticas, Rumos Visuais - Itaú Cultural, Projéteis Funarte de Arte Contemporânea - RJ, Salão Nacional de Artes de Goiás e Salão Nacional de Artes Plásticas - MAM - RJ, entre outros. Fez exposições por quase todo o país, e já integrou mostras na Alemanha, Argentina, Chile, Cuba, Espanha, Equador, EUA, Hungria, Peru, Portugal, Reino Unido, República Tcheca e Rússia.

foto: Rodrigo Vila

saiba mais: www.fabiocarvalho.art.br/aposto.htm
facebook: www.facebook.com/fabiocarvalho2105
instagram: instagram.com/fabiocarvalho2105

Rosana Palazyan (RJ, Brasil) na 56a Bienal de Veneza

(Veneza)
abertura: 9/5/2015


Rosana Palazyan:
… Uma história que eu nunca esqueci… - 2013-2015
  Por que Daninhas? - 2006-2015




  
                                      Rosana Palazyan
                        … Uma história que eu nunca esqueci… - 2013-2015
                                       Video instalação

 “... Uma história que nunca mais esqueci...” é uma videoinstalação cujo vídeo produzido de forma ‘artesanal’ não tem pretensões de virtuosismos técnicos, mas de reordenar ou organizar a memória fragmentada sobre o genocídio armênio (c. 1915 a 1920) com base nas histórias e relatos ouvidos ao longo da vida desde a infância. Uma história que sempre foi impossível esquecer, pois o esquecimento seria o esquecimento do próprio ser. 

Brasileira de ascendência Armênia de ambos os lados, tendo iniciado minha carreira no final dos anos 80 e cercada por episódios de violência, traumas sociais, econômicos e políticos em meu país, não me sentia a vontade para tratar do tema “Armênia”. Minha urgência era aproximar as pessoas adormecidas pela banalização do cotidiano a estas questões. Desde então, venho buscando delicadamente ampliar, e potencializar a reflexão sobre a violência e exclusão no tecido social, onde todos acabam vitimados.

Ao ser convidada para participar da 4ª Bienal de Thessaloniki, cidade onde meus antepassados e seus amigos sobreviventes se refugiaram durantes alguns anos, o passado tão distante, estava diante de mim, tão próximo...

 E “quem lembra do genocídio armênio?” Eu lembro.

Foi preciso remontar cada fragmento da memória como em um quebra cabeças, carregado de enorme custo pessoal, para recontar mais uma vez uma história que me foi contada e que nunca esqueci. Lembrar e fazer lembrar para nunca mais acontecer.

O fio condutor da história é um lenço bordado por minha avó materna, quando refugiada em Thessaloniki (Grécia) com o apoio de Armenian General Benevolente Union (AGBU), onde muito jovem foi professora de bordado. O lenço transformado a cada episódio, perpassa a história desde a memória de infância (em Konya), a vida na Grécia como refugiada, a viagem ao Rio de janeiro por volta de 1926 (e sua nova vida) - até que o lenço retorne como parte integrante da obra a ser apresentada na bienal.

Escrevo este texto no calor dos acontecimentos quando nos últimos dias em meu país, jovens, mulheres, crianças, famílias, estão nas ruas lutando por seus direitos, vivendo momentos que não vivenciamos há muitos anos. O que tem me feito pensar na proximidade de todos os projetos e experiências que a arte tem me possibilitado realizar.

Se não muda o mundo, tenho vivido a arte como um percurso do entendimento e encontro com o Outro. E de forma incansável tenho me dedicado a transformar as relações das pessoas frente a questões tão urgentes, na tentativa de fazer acionar a mobilização para um mundo melhor.

Rosana Palazyan, Junho de 2013


         


  
              Rosana Palazyan
              Por que Daninhas? - 2006-2015
              Site specific - The Closter Garden,  Mekhitarist Monastery
              Island of San Lazzaro degli Armeni, Venice


A série Por que Daninhas? (2006/20015) apresenta objetos como relicários, contendo uma planta real considerada daninha sob um tecido transparente. A planta é fixada com um bordado imperceptível que acompanha seu contorno. As raízes foram substituídas por frases sobre plantas daninhas, bordadas com meus fios de cabelo. Ambos, plantas e seres humanos tem seus DNAs representados.

As frases-raízes foram extraídas de livros de agronomia consultados em minha pesquisa sobre plantas daninhas durante o processo da obra No lugar do Outro (2006)*. Trabalhando com o conceito de transformação na vida de pessoas que vivem nas ruas, em paralelo a metamorfose das borboletas - minha curiosidade sobre as daninhas deu inicio ao ler que “algumas espécies de borboletas encontram-se em extinção em conseqüência do extermínio de plantas daninhas”.  Então, o que é realmente uma planta daninha? O título Por que daninhas? questiona a terminologia utilizada para caracterizar seres vivos que são considerados indesejados.

Frases como: “poderia crescer em seu lugar algo de uma beleza mais exuberante” ou “são vistas como inimigos a serem controlados” são muito semelhantes às palavras que ouvi de algumas pessoas, durante a pesquisa nas ruas e meu envolvimento com pessoas que vivem em situação de rua.

“ Qualquer espécie pode ser considerada daninha quando nasce onde não é desejada e compete por espaço e nutrientes com culturas economicamente produtivas” – esta frase me fez ampliar a reflexão sobre pessoas e plantas consideradas daninhas. Qualquer um pode ser considerado “daninha” em algum momento ou inserido em algum contexto.

Em 2010 o trabalho adquiriu um novo corpo quando montado em suportes semelhantes às legendas para plantas nos jardins botânicos e fez parte da instalação O Jardim das Daninhas (Casa França Brasil, R.J.). Um jardim onde plantas consideradas daninhas foram cultivadas junto a plantas ornamentais e medicinais – propondo uma reflexão sobre como viver junto e quem seriam as daninhas neste jardim?

Agora, peças fotográficas representando Por que Daninhas? serão instaladas no jardim interno do Mosteiro Mequitarista na ilha San Lazzaro degli Armeni (Veneza). E as plantas daninhas que crescerem naturalmente no jardim não serão removidas, vivendo juntas às plantas ornamentais já existentes.

Nesta exposição específica, no Pavilhão Armênia da 56ª Bienal Internacional de Arte de Veneza, Por que Daninhas? é um desafio e com uma abrangência maior propõe a reflexão de acontecimentos como genocídios, as imigrações caracterizadas indesejadas por alguns países, a exclusão social e o racismo, inflados por palavras e rótulos como: “ nascem onde não são desejadas”; “ são invasoras e devem ser exterminadas”.

Rosana Palazyan, Janeiro de 2015



56th Bienal Internacional Art exhibition
La Biennale Di Venezia - 2015
The National Pavilion of the Republica of Armenia
Mekhitarist Monastery, Island of San Lazzaro degli Armeni, Venice
Opening - May 9, 2015
    
  
Artistas Contemporâneos da Diáspora ArmêniaCuradoria: Adelina Cüberyan Von Fürstenberg

No simbólico ano de 2015, por ocasião do marco dos 100 anos do Genocídio Armênio, o Ministério da Culturada República da Armênia dedicou seu pavilhão para os artistas da diáspora armênia.(...)  
Saiba mais em: 
www.armenity.net

[ Sobre a Delicadeza das Coisas ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 16/4
/2015, 19h
até: 16/5/2015



SOBRE A DELICADEZA DAS COISAS 
de Leonardo Ramadinha

Com curadoria de Vanda Klabin, a exposição traz 18 trabalhos inéditos produzidos a partir do verso “par delicatesse j’ai perdu ma vie (por delicadeza perdi minha vida)" do poeta Arthur Rimbaud, onde a delicadeza é personagem principal.

Tramas Arte Contemporânea
Shopping Cassino Atlântico: Av. Atlântica, 4.240, loja 219, Copacabana

abertura: 16 de abril, às 19h
até: 17 de abril a 16 de maio
visitação: 2ª a 6ª, das 11h às 20h. sáb., das 12h às 18h

[ Ambiguidades + Museu de Arte Postal 7a. edição ]

(Rio de Janeiro) 
abertura: 13/3/2015
até 9/5/2015


O Ateliê da Imagem Espaço Cultural inaugura mostra coletiva com dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, do inacabado e da indeterminação dos resultados.

Suas narrativas plástico - poético - visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, pois são múltiplos os focos narrativos e as possibilidades de desfecho. Assim, este projeto de exposição é colocado como uma proposta, cabendo ao participante construir sua versão.

Artistas
Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa, Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo. Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi, Xico Chaves

Curadoria: Marcio Zardo

Inauguração: 13 de março de 2015, às 19h

Visitação: até dia 9 de maio de 2015
Horários: Segunda a sexta de 10 às 21h; Sábado de 10 às 17h

Junto com a Exposição Ambiguidades, haverá o lançamento da sétima edição do Museu de Arte Postal com a participação do artistas Andréa Facchini, Fábio Carvalho, Greice Rosa e Guy Veloso.

Em tempos de correspondências digitais, o Museu de Arte Postal – MAP, surgiu para refletir sobre as possíveis formas de circulação de arte, apresentando espaços mais livres e terceiras vias para artistas atuarem, resgatar o objeto cartão postal e, ainda, apresentá-lo às novas gerações.

Local: Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur, 453, Urca - Rio de Janeiro
Tel: 21 2541 3314

[ Espaço Atemporal na Graphos:Brasil ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 31/3/2015 19h
até: 2/5/2015


Dezesseis artistas do Espaço Atemporal mostram obras inéditas na Graphos Brasil a partir de 31 de março.

Alexandre Baltazar, Antonio Bokel, Daniel Mattar, Danilo Omwisye (Zéh Palito), Elvis Almeida, Fabio Kohler, Guilherme Augusto Gafi, Heberth Sobral, João Maciel, Manu Alves, Mariana Moysés, Mayer, Osvaldo Carvalho, Paulo Arraiano, Ricardo Alvarenga e Xevi Solá.

"Compomos um movimento de relações em constante renovação. Somos a co-construção do espaço criativo pensante. O espaço como cosmos, não como lugar. Espaço Atemporal. Desterritorializado. Não existe um conceito definito. Abrimos possibilidades de projetos que se adaptem às realidades. Encontros. Cada parceria é única. A unicidade da linguagem de todos traduzida nas artes visuais como linguagem universal. A instabilidade do mundo cria oportunidades de agir com o processual. A arte propicia visível o invisível. Somos permeáveis. Não existe um corpo se movimentando. Somos múltiplos. Um atravessamento entre corpos, construindo o espaço coletivo. Cada movimento inaugura um novo momento. Há generosidade na experiência. A riqueza dos sentidos. Permitindo na troca dos saberes existentes a construção de algo novo. Re-significações da arte e da vida. Artes humanas. Força geradora da potência humana no exercício da liberdade. A atitude do fazer criativo. A subjetividade em diálogo. Lacunas plenamente preenchidas no todo. Harmonia oculta, afirmada na confiança. O não agir é agir. O tempo se abre no fluxo dos encontros das produções artísticas. Todas as possibilidades existem ao se criar um vocabulário próprio às experimentações. Transformação. A linguagem visual é comunicada por diversos sentidos se expandido constantemente a cada passo dado. Não falamos de território. Expandimos as margens com categorias amplas. Agregadoria. O Atemporal é coletivo. As diferenças se somam e um novo fazer acontece. O grupo se renova no eterno agora."

(este texto é uma sobreposição das vozes que habitam o Espaço Atemporal)

Abertura: 31 de março às 19h
Visitação: 01 de abril a 02 de maio
Horário: segunda a sexta das 11h às 19h
Rua Siqueira Campos, 143 - sobreloja 128 - Copacabana, Rio de Janeiro - Brasil

[ Manual de Voo ]

(São Paulo)


A exposição "Manual de Voo" de Sidney Philocreon consiste em um exercício de desenho e assemblage de objetos, uma ideia fabular onde a mão do artista confere um aspecto de transformação em uma matéria. Um conjunto de pássaros com aspecto de pedra, após uma manipulação ficcional retorna ao aspecto original, como se assim voltasse o poder de cantar e voar. O conjunto de desenhos trabalha metaforicamente a realidade da manipulação artística como forma de conferir potencialidade poética a matéria. Um gesto simples porém bastante simbólico. A parede ocupada como um campo de operação para esta ficção, possui pontos onde a peça com o pássaro fixo sobre uma pedra e com aspecto petrificado, aguardam pelo encontro com a mágica que vai lhe devolver liberdade. Parede em Arco.

[ Projeto Glory Hole ]

(São Paulo)
abertura: 10/2/2015
até: 24/4/2015

Galeria Jaqueline Martins inaugura projeto curatorial glory hole com o duo Tetine


A Galeria Jaqueline Martins inaugura no ano de 2015 o projeto glory hole. Glory hole nasce como um desdobramento da proposta conceitual da galeria que acredita em uma programação nutrida pela pesquisa, estabelecendo-se  como plataforma de ideias e experimentações práticas e teóricas.

O espaço destinado para projetos especiais que conta com um curador convidado por semestre dá oportunidade a curadores e artistas de diferentes gerações a materializarem suas pesquisas realizando exposições de caráter fortemente experimental. Inserido dentro do prédio da galeria, glory hole apresenta escala e dimensões que fogem do padrão convencional dos espaços arquitetônicos expositivos (2,15 x 1,38 x 0,90 cm).

Para a primeira ocupação do espaço glory hole o pesquisador Bruno Mendonça convidou a dupla de artistas brasileiros radicados em Londres – Tetine – formada por Bruno Verner e Eliete Mejorado. Com uma produção multimidia, a dupla apresenta um vocabulário híbrido e transdisciplinar cruzando linguagens e fronteiras entre os universos da música, da performance, da videoarte e do texto.

Em Raree-Show 1 a dupla apresentará uma instalação composta por sketchs de spoken word e experimentações sonoras que compõem uma narrativa que transita entre os campos da poesia, da literatura, do teatro, do cinema e da novela. As peças sonoras são como capítulos ou atos desta narrativa. O trabalho pode ser pensado de forma expandida como um livro, um filme ou uma peça de teatro.

A programação do espaço “glory hole” continuará ao longo do primeiro semestre de 2015 com curadoria de Bruno Mendonça e terá como convidados artistas como Cristiano Lenhardt, Annika Larsson, entre outros.

abertura: 10 de fevereiro de 2015, das 18h às 22h
exposição: 11/02/15 a 24/04/15
GALERIA JAQUELINE MARTINS
Pinheiros: r. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, tel. (11) 2628-1943. Seg. a sex., 10h/19h; sáb., 12h/17h. www.galeriajaquelinemartins.com.br

[ exposição "Prometheus Fecit: terra, água, mão e fogo" chega a Óbidos (Portugal) ]

(Óbidos - Portugal)
abertura: 20/2/2015
até: 5/4/2015

A exposição coletiva de cerâmica PROMETHEUS FECIT chega a Óbidos (Portugal)


A exposição coletiva de cerâmica PROMETHEUS FECIT, que já passou pelo Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, Portugal, um dos mais importantes daquele país, tem sua primeira itinerância em 2015 em Óbidos. A exposição apresenta as obras resultantes de uma residência artística realizada entre fevereiro e julho de 2014 na Cerâmica PP&A São Bernardo, em Alcobaça. Portugal. A Cerâmica PP&A São Bernardo tem tradição na colaboração com renomados artistas internacionais, como Gerald Gulotta, Jasper Conran, James Packer, John Rochas, Arnold Zimmerman, Nancy Smith, entre outros. O projeto, que tem curadoria de Maria de Fátima Lambert (Portugal), conta com um total de 15 artistas brasileiros e portugueses, entre estes Albuquerque Mendes (PT), Estela Sokol (BR), Fábio Carvalho (BR), Gabriela Machado (BR), Isaque Pinheiro (PT) e Sofia Castro (PT).

[ Biblioteca Ilustrada, Sábado e Domingo ]

(São Paulo)
abertura: 7/3/2015 | 14h-18h
até: 4/4/2015

Teresa Berlinck | Série Biblioteca Ilustrada

O dconcept escritório de arte tem o prazer de apresentar a primeira individual da artista Teresa Berlinck. Intitulada Biblioteca Ilustrada, Sábado e Domingo. A mostra, que ocorre entre 7 de março e 4 de abril de 2015, é composta por séries que investigam herança cultural, identidade, memória e cotidiano.

Na série Biblioteca Ilustrada, objetos herdados e ilustrações são reunidos em montagens nas quais o livro é o protagonista. Em procedimento que a artista compara a reedições, partes de volumes de sociologia de uma biblioteca dos anos 1970, uma coleção de cartuns da década de 1960, ilustrações e utensílios do cotidiano são combinados para criar objetos que propõem um jogo de perguntas e respostas sobre herança cultural, identidade e memória.

Em Sábado e Domingo, a artista apresenta uma série de oito pinturas sobre o cotidiano na cidade. A técnica de pintura a óleo foi utilizada em diálogo com a fotografia, em cenas captadas do ponto de vista do pedestre que figuram pessoas caminhando, conversando, esperando, olhando o celular e também objetos como bolos em uma vitrine e obstáculos na calçada.

Serviço:
Teresa Berlinck – Biblioteca Ilustrada, Sábado e Domingo
abertura: sábado, 7 de março, 14h-18h
período da exposição: 7 de março a 4 de abril de 2015
dconcept escritório de arte

Jardim Paulista: Al. Lorena, 1.257, G1 / C3 (Vila Flávio de Carvalho), tel. (11) 3085-5006. seg.a sex, 14h/19h; sáb., 11h/15h. 

[ Programa Internacional de Residências Artísticas CUBO BRANCO ação em arte ]

O Programa Internacional de Residências Artísticas CUBO BRANCO ação em arte tem por objetivo proporcionar a artistas visuais brasileiros e estrangeiros a oportunidade de por um período de 15 dias a 2 meses desenvolver suas pesquisas artísticas na cidade do Rio de Janeiro.

Entendemos que o artista plástico é geralmente um solitário no que diz respeito à sua criação, uma vez que seu trabalho depende da investigação profunda de questões e valores pessoais. Ao mesmo tempo, um artista depende de estímulo constante para produzir sua obra, mas como qualquer pessoa, frequentemente se vê imerso em rotinas e repetições da vida prática, o que pode ser um veneno para a criação.

Acreditamos que um dos modos mais ricos de conciliar introspecção e tranquilidade, quebra da rotina e estímulo constante são as residências artísticas. Estar em outro local, outra realidade, onde tudo é novidade, a cada esquina, a cada minuto, pois nada daquilo faz parte do seu território ou da sua zona de conforto, tira o artista do óbvio, o leva a refletir muito além do habitual. Ele precisa se adaptar, criar novas interfaces. Apreende em pouco tempo muito mais do que apreenderia em sua rotina já bem conhecida de casa. E tudo aquilo que é absorvido no período de residência continuará a reverberar em seu trabalho por muito tempo. Uma residência artística pode transformar e reorientar o produção artística.

Os artistas participantes do Programa Internacional de Residências Artísticas CUBO BRANCO ação em arte são escolhidos exclusivamente através de indicações por agentes parceiros do CUBO BRANCO ação em arte. Após a nomeação, os artistas submentem um projeto que, caso aprovado, segue para a fase de agendamento do período efetivo da residência de cada artista selecionado.

Ao artista residente é oferecido estadia, espaço para preparação e consumo de refeições, serviço de lavanderia, e espaço de trabalho em estúdio coletivo. O programa não se responsabiliza pelo deslocamento do artista até o local da residência, seguro saúde, despesas com alimentação e transporte, nem qualquer outro tipo de despesa que o artista tenha durante a residência. O Programa Internacional de Residências Artísticas CUBO BRANCO ação em arte proverá todas as informações necessárias para que o artista residente posso maximizar o aproveitamente do seu tempo no cidade do Rio de Janeiro, bem como o apresentará a artistas, curadores, historiadores de arte e outros profissionais do meio artístico carioca.

O projeto a ser desenvolvido durante o Programa Internacional de Residências Artísticas CUBO BRANCO ação em arte será amplamente documentado e divulgado pelo CUBO BRANCO ação em arte através de seu site e informativo para os assinantes.