[ exposições da 6° Salão dos Artistas Sem Galeria ]

(São Paulo e Belo Horizonte)
de 22/01/2015 até 29/03/2015
(veja as datas de cada galeria no serviço)

6° Salão dos Artistas Sem Galeria exibe obras dos 10 artistas selecionados em galerias de SP e MG

Os dez artistas selecionados na 6ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, promovido pelo Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br), participam de exposições coletivas em três galerias. Em São Paulo, as exposições são simultâneas e ocorrem na Galeria Sancovsky (antiga Arterix) (de 22/1 a 21/2) e na Zipper Galeria (de 23/1 a 21/2). Em Belo Horizonte, a mostra ocorre na Orlando Lemos Galeria, entre 07 e 29/03/15. O artista premiado ganhará uma individual no mesmo período no espaço mineiro.

Andrey Zignatto

O júri de seleção foi formado pelos curadores Adriano Casanova, Enock Sacramento e Mário Gioia, que escolheu os seguintes artistas: Andrey Zignnatto (SP), Charly Techio (SC/PR), Cida Junqueira (SP), Evandro Soares (BA/GO), Fernanda Valadares (SP/RS), Lucas Dupin (MG), Marcos Fioravante (PR/RS), Myriam Zini (Marrocos/SP), Piti Tomé (RJ) e Thais Graciotti (ES/SP). Após a abertura, o júri fará votação para definir o ganhador do prêmio. O escolhido ganhará ainda uma exposição individual na Orlando Lemos Galeria. Todos os dez selecionados recebem ajuda de custo.

O Salão dos Artistas Sem Galeria tem como objetivo avaliar, exibir, documentar e divulgar a produção de artistas plásticos que não tenham contratos verbais ou formais (representação) com galeria de arte na cidade de São Paulo. O Salão é uma porta de entrada para os artistas selecionados no mundo das artes.

Myriam Zini

A 6ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria recebeu 145 inscrições de 11 Estados brasileiros mais o Distrito Federal. São Paulo compareceu com 88 artistas, sendo 69 da capital, 15 do interior, 4 do ABC e um do litoral. Rio de Janeiro teve 19 inscritos (14 da capital e cinco do interior e litoral). Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais vieram em terceiro, com sete inscritos cada. Santa Cataria compareceu com quatro inscrições. Amazonas, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso e Pará tiveram uma inscrição cada.

Thais Graciotti

Serviço:

GALERIA SANCOVSKY (Antiga Arterix)
Abertura: 22 de janeiro, quinta-feira, das 19h às 22h
Período expositivo: de 23 de janeiro a 21 de fevereiro de 2015
Praça Benedito Calixto, 103, Pinheiros, São Paulo, SP
Tel.: (11) 3086-0784. | Seg. a sex., 10h/19h; sáb., 10h/18h30.

ZIPPER GALERIA
Abertura: 23 de janeiro, sexta-feira, das 19h às 22h
Período expositivo: de 24 de janeiro a 21 de fevereiro de 2015
Rua Estados Unidos, 1.494, Jardins, São Paulo, SP
Tel.: (11) 4306-4306 | Seg. a sex., 10h/19h; sáb., 11h/17h.

ORLANDO LEMOS GALERIA
Abertura: 07 de março de 2015, das 12h às 18h
Período expositivo: de 08 a 29 de março de 2015
Nova Lima: r. Melita, 95, Jardim Canadá,
Tel. (31) 3224-5634 e 3581-2025 | Seg. a sex., 10h/19h, sáb., 11h/17h, dom., 12h/16h.

[ Paulo Werneck – muralista brasileiro ]

(Belo Horizonte)
abertura: 15 de novembro de 2014
até 1 de março de 2015


Depois de Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife, a exposição Paulo Werneck - muralista brasileiro será inaugurada no dia 15 de novembro no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte. Desenhos originais, imagens de painéis, filmes, documentos e mobiliário compõem a mostra do ilustrador e artista carioca, que colaborou com grandes nomes da arquitetura brasileira, como Oscar Niemeyer e os irmãos Roberto.

A chegada da mostra a Belo Horizonte tem um significado especial, já que entre as obras de maior de destaque da carreira de Paulo Werneck (1907-1987) estão os painéis da Igreja São Francisco de Assis e o painel da Casa de Juscelino Kubitschek, na Pampulha, realizadas em 1943. A edição mineira da exposição será a mostra mais completa já realizada sobre o trabalho de Paulo Werneck no Brasil, criando um panorama da evolução da arquitetura moderna no país através dos murais criados pelo artista. Além dos famosos painéis da Pampulha, são obras de Werneck os painéis do Estádio do Maracanã, do Ministério da Fazenda (Rio de Janeiro), do Senado e do Palácio do Itamaraty (Brasília), e da agência do Banco do Brasil no Recife Antigo (Recife), entre outros 300 murais para residências, prédios públicos e comerciais. Seus trabalhos estão expostos a céu aberto em cidades brasileiras.

Os visitantes poderão conferir um total de 150 projetos para painéis em guache sobre papel, documentos, reproduções fotográficas e ilustrações do artista para livros infanto-juvenis como "A Lenda da Carnaubeira" e "Negrinho do Pastoreio". O documentário Paulo Werneck – arte e raiz, dirigido por Paula Saldanha e o vídeo P.W. Pincéis e painéis, de Vivian Ostrovsky, completam a imersão no universo do artista.

 
SERVIÇO:
Exposição Paulo Werneck – muralista brasileiro
Museu de Arte da Pampulha
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585. Pampulha, Belo Horizonte – MG
abertura: 15 de novembro de 2014
até 1 de março de 2015
terça a domingo, das 9h às 18h30
entrada gratuita
informações: (31) 3277-7946
www.projetopaulowerneck.com.br

[ Fábio Carvalho participa da exposição coletiva "Efígie" - Rio de Janeiro ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 19/12/2014 - 19h
até: 28/02/2015


Fábio Carvalho participa da exposição coletiva "Efígie", que reúne 21 artistas na Galeria do Ateliê da Imagem, na Av. Pasteur, 453, Urca, Rio de Janeiro. A exposição abre no dia 19/12, sexta, 19h, e tem curadoria de Marco Antonio Portela.


Pensando o conceito de efígie – uma representação icônica – a busca de um entendimento sobre a nossa natureza, vemos a aura e o poder de construção de uma imagem que representa o homem. As preocupações estéticas e os diálogos propostos na presente mostra ora se aproximam, ora se afastam do conceito de representação, além de trazerem frescor e abrirem vias para análises poéticas distintas. Com isso, nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.

Partindo do pressuposto que sempre nos reconhecemos representados em toda e qualquer imagem humana, o autorretrato tornaria-se dispensável. No entanto, ele está cada vez mais presente, e fica difícil imaginar sua ausência em tempos de tantos selfies. Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.

Bai feliz buando, no bico dum passarinho n° 9
renda e passamanaria, bordado à mão, apliques industriais, aplique metálico, miçangas | 2014

Para esta exposição Fábio Carvalho produziu especialmente o trabalho "Bai feliz buando, no bico dum passarinho n° 9", que faz parte da série de mesmo título iniciada durante a Residência Artística no Maus Hábitos, Porto, Portugal, em abril 2012, onde o artista buscou incorporar em seu trabalho elementos típicos dos lenços de namorados, um labor manual tipicamente feminino da cultura lusitana.

Os lenços de namorado, que surgiram no século XVIII, eram lenços bordados pelas moças solteiras, usados para declarar seu interesse por um determinado rapaz. Elas entregavam o lenço para o pretendente, que se o usasse em sua roupa no dia seguinte, indicava que ele correspondia ao seu sentimento. Mais tarde, os lenços passaram também a ser presenteados ao namorado ou marido que partia para uma terra distante em busca de melhores condições de vida, e muitas vezes o destino era o Brasil.


As fotos usadas na série Bai feliz buando, no bico dum passarinho são sempre de soldados que estavam prestes a partir para a I Guerra Mundial, muito provavelmente para serem deixadas com as famílias, como uma lembrança. Para muitas destas pessoas, esta foi a primeira e última foto que fizeram em todas as suas vidas.

Os artistas participantes da mostra são Ana Stewart, Arlete Soares, Bruno Veiga, Celina Portella, Daniela Dacorso, Edu Monteiro, Edu Simões, Fabian, Fábio Carvalho, Fábio Seixo, Frederico Dalton, Ismar Ingber, Joaquim Paiva, José Caldas, Kitty Paranaguá, Marco Antonio Portela, Marcos Bonisson, Pití Tomé, Renan Cepeda, Rogério Reis e Vicente de Mello.

serviço:
exposição Efígie
Galeria do Ateliê da Imagem abertura: 19/12/2014 - 19h
até: 28/02/2015
Av. Pasteur, 453 - Urca - RJ
seg a sex 10h às 21h | sab 10h às 17h
entrada franca.

[ Efígie ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 19/12/2014 - 19h
até: 28/02/2015



Fechando o ano de 2014, a Galeria do Ateliê da Imagem abre dia 19 de dezembro a exposição coletiva Efígie com 21 artistas, entre eles, Edu Simões, Fábio Carvalho, Frederico Dalton, Joaquim Paiva, Marco Antonio Portela, Marcos Bonisson e Vicente de Mello. A curadoria é de Marco Antonio Portela.

Edu Simões

Pensando o conceito de efígie – uma representação icônica – nos retratos feitos por fotógrafos em busca de atingir poderosas abstrações e ressignificações que propiciem um entendimento sobre a nossa natureza, vemos a aura e o poder de construção de uma imagem que representa o homem. As preocupações estéticas e os diálogos propostos na presente mostra ora se aproximam, ora se afastam desse conceito de representação, além de trazerem frescor e abrirem vias para análises poéticas distintas. Com isso, nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.

Fábio Carvalho

Temos, então, nesse espectro diverso, propositores de imagens procurando, cada um a sua forma, pensar como transfigurar aquilo que nos é mais próximo: nossa própria simulação imagética. Partindo do pressuposto que sempre nos reconhecemos representados em toda e qualquer imagem humana, o autorretrato tornaria-se dispensável. No entanto, ele está cada vez mais presente, e fica difícil imaginar sua ausência em tempos de tantos selfies.

Marco Antonio Portela

Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.

Lembrando que esta galeria está inscrita dentro de uma escola de imagem, não tememos correr o risco que assinalava Platão sobre jovens miradas: “quem é novo não é capaz de distinguir o que é alegórico do que não é”. Vamos procurar nos ver além do retrato, além do que somos, vamos nos perpetuar como uma efígie.

Marco Antonio Portela

Marcos Bonisson

serviço:
exposição Efígie
Galeria do Ateliê da Imagem abertura: 19/12/2014 - 19h
até: 28/02/2015
Av. Pasteur, 453 - Urca - RJ
seg a sex 10h às 21h | sab 10h às 17h
entrada franca.

Piti Tomé

[ Maurício Adinolfi e Chico Togni ]

(São Paulo)
abertura: 11/12/2014
até: 13/02/2015

A Galeria Pilar encerra o ano com duas exposições simultâneas dos artistas Maurício Adinolfi e Chico Togni, que são inauguradas na quinta-feira 11/12/14, às 19h.


Intitulada “Mangue”, a nova exposição de Maurício Adinolfi apresenta seis pinturas, realizadas em três anos de trabalho - obedecendo um tempo específico de secagem e sobreposições. São pinturas pratas monocromáticas, de camadas densas e grandes formatos, com uma estrutura de metal acoplada, tornando a obra um objeto de caráter industrial. O brilho metálico da tinta prata impede que vejamos plenamente a representação. Por meio de um jogo entre fosco e brilhante, Adinolfi produz luz e sombra. Essas novas pinturas guardam relação com uma série de intervenções que o artista realizou em regiões litorâneas de rio e mar. Reunem um estudo da flora nativa, primitiva dos mangues e serras tropicais e apresentam o resíduo das transformações e destruições devido à ação humana. São pinturas construídas em camadas e velaturas sobre óleo, pigmento prata, laca e verniz. O texto de apresentação da exposição é do artista e pesquisador José Spaniol.


Os trabalhos presentes na exposição “O Avião não dá Marcha Ré” são construções em papelão, massa de papelão e cola, materiais encontrados, tinta, sucata, lixo e poliuretano expandido. Por vezes são todos pintados ou mais regulares em uma tentativa de acabamento da somatória caótica de coisas, por outras são experimentações com a massa de papelão e lixo, onde o miolo aparente entrega a fórmula da estranha combinação de materiais que sofrivelmente se agregam em um objeto sólido.

Serviço:
“Mangue”, de Maurício Adinolfi
“O Avião não dá Marcha Ré”, de Chico Togni
abertura: quinta-feira, 11 de dezembro de 2014, das 19h às 22h
período expositivo: 13/12/14 a 13/02/15
GALERIA PILAR
r. Barão de Tatuí, 389
ter. a sex., 11h/19h; sáb., 11h/17h. www.galeriapilar.com

[ Táticas da Imagem ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 6/12/2014
até: 12/02/2015


O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica inaugura no dia 06/12 sábado, às 11h, a exposição “TÁTICAS DA IMAGEM” coletiva dos artistas Analu Cunha, Cezar Bartholomeu e Denise Cathilina.

Com texto crítico de Fernanda Pequeno, a mostra criada em site specific apresenta como os artistas em questão operam, mais do que simplesmente modos de representação ou apresentação da imagem, táticas para sua existência no mundo que somente podemos qualificar como políticas – relações ideológicas com o outro, com o mundo, com as próprias imagens, multiplicadas, disseminadas e onipresentes.

Os três artistas propõem, em seus trabalhos, fazer uso de imagens de diferentes procedências pensando nessa condição como tática: apropriadas, manipuladas, instituídas ou mesmo produzidas localmente. Os trabalhos põem em ação diferentes modos de re-formação das imagens, processo fundado na necessidade de comentar o mundo e as próprias imagens reapresentando-os de modo complexo e sobretudo desejante.

Os trabalhos de Analu Cunha consiste em vídeos que abordam a relação entre o passado sonoro do prédio do equipamento cultural (que abrigou, entre 1855 e 1872, o Conservatório de Música) até suas instalações atuais como Centro Cultural, referência na arte contemporânea. Outra proposição é entre os espaços de hoje, o samba "O Rio através dos Séculos” 1965 da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira e os parangolés de Hélio Oiticica no ano em que foram criados: 1965, não por acaso ano da histórica exposição Opinião 65. Os vídeos que apresentam imagens capturadas no entorno no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica se relacionam com trabalhos anteriores da artista, quando capturou imagens da paisagem urbana carioca para pensar de-sincronias entre imagens visuais e sonoras, e, assim, por em questão a percepção da cidade e o modo pelo qual ele própria se representa.

Cezar Bartholomeu apresenta um conjunto de fotografias, desenhos, objetos e vídeos. Suas obras lidam com a relação entre imagem e espaço, dialogando com o problema da representação - das estratégias da produção e existência das imagens. Seu trabalho trata de imagens de monumentos captadas em diversas viagens, buscando contrapor o problema desses objetos e seus espaços ao da multiplicação e circulação de imagens. Monumentos como o Parthenon, além de obra-primas artísticas, são máquinas que informam uma memória comum. Os trabalhos relacionam-se no que pensam esse processamento da cultura, a arte como formação de uma comunidade e, ao mesmo tempo, o descarte da memória como arte.

Denise Cathilina apresenta um conjunto de imagens que propõe uma reflexão poética sobre a memória e o tempo. O ponto de partida das imagens apresentadas são provenientes de um acervo de antigos negativos 6x6, adquiridos pela artista no início dos anos 1990, que foram descartados por um estúdio de fotografia de 3x4 - quando a tecnologia para esse ramo de negócio mudava do processo tradicional de fotografia preto e branco para as então modernas máquinas polaroides - fotografias que foram relegadas aos esquecimento, fotografias obsoletas. Esses portraits de matrizes fotográficas são re-trabalhados e modificados manualmente, submetidos a processos múltiplos de processamentos, como xerox, processamento p&b, escaneamento e incorporando os acasos do fazer e do processo, resultando um conjunto de imagens que perpassam as técnicas de impressão de massa. Através das manipulações, justaposições e sobreposições, são criadas outras imagens produzidas de forma híbrida trans-temporal.

Serviço: 
exposição Táticas da Imagem
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.
Rua Luís de Camões, 68 Centro – Rio de Janeiro – RJ.
abertura: sábado dia 06 de dezembro de 2014, das 11 às 18h
encontro com os artistas: sábado dia 06 de dezembro de 2014, das 15 às 18h
visitação: de 08 de dezembro de 2014 a 12 de fevereiro de 2015, de segunda a sexta-feira das 11h às 18h e sábados e feriados, das 11h às 17h

[ Mais Pintura ]

(Brasília)
abertura: 18/11/2014, 20h
até 23/01/2015



Exposição coletiva com onze alunos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, do Rio de Janeiro: Angela Od (RJ), Benjamin Rothstein (RJ), Bruno Belo (RJ), Caio Pacela (SP), Cláudia Porto (PA), Cláudio Gabriel (RJ), Fabiano Devide (RJ), Fernanda Leme (RJ), Gabriel Secchin (RJ), Makh Yosizawa (JAP) e Paloma Ariston (RJ). Curadoria de Bruno Miguel e Luiz Ernesto.

A exposição apresenta pinturas de novos artistas que se encontram semanalmente para discussão e análise crítica de seus trabalhos com os curadores. Procurou-se selecionar os artistas que pudessem evidenciar em seus trabalhos o vigor, a disciplina e a diversidade da pintura de um grupo de novos artistas no Rio de Janeiro.

Espaço Cultural Contemporâneo ECCO
SHIN CA 4, Loja 143 - Shopping Iguatemi - Brasília
abertura: 18/11/2014, 20h
até 23/01/2015
segunda/sábado, 10h às 22h | domingos/feriados, 14h às 20h

[ Edições e Múltiplos: do Concretismo ao Contemporâneo ]

(São Paulo)
abertura: 29 de novembro, sábado, das 11h às 18h.
até: 20 de dezembro de 2014.

A Galeria Superfície apresenta a partir do dia 29 de novembro de 2014, a  exposição “Edições e Múltiplos: do Concretismo ao Contemporâneo”, em parceria com a Multiplique Boutique e a Papel Assinado.

Democratizar e tornar a produção de artistas consagrados mais acessível é o ponto crucial desta exposição que inclui obras de Hercules Barsotti, Sacilotto, Julio LeParc, León Ferrari, Cildo Meireles, Antonio Dias, Leonilson, Edgard de Souza, entre outros.

abertura: 29 de novembro, sábado, das 11h às 18h.
até: 20 de dezembro de 2014.
Galeria Superfície
Rua Oscar Freire, 240 . Cerqueira César . São Paulo – SP

[ Prometheus Fecit: terra, água, mão e fogo ]

(Porto - Portugal)
abertura: 2 de outubro de 2014, 18h
até: 14 de dezembro de 2014

Os processos de residências artísticas, na era do contemporâneo, propiciam a reconquista da experiência em que a permanência e a duração são incentivos pretendidos. Numa época em que as tarefas, desempenhos e situações se concatenam (quase sem intervalos de pensamento), na exigência de respostas quase imediatas, demora e decorrência são privilégios para os artistas e demais operadores culturais.

Em 2014, reuniu-se um grupo de artistas brasileiros e portugueses (Albuquerque Mendes, Beatriz Sanchez Horta Correia, Bela Silva, Catarina Branco, Carolina Paz, Estela Sokol, Fábio Carvalho, Gabriela Machado, Graça Pereira Coutinho, Isaque Pinheiro, Jorge Abade, Luis Nobre, Maria Pia Oliveira, Sofia Castro e Susana Maria Clemente Piteira), procedendo de diferentes contextos e formações, “chegados” de viagens transatlânticas ou deslocando-se de cidades portuguesas. Tal confluência proporcionou contextos inesperados de experiência e pensamento; promoveu diálogos e confrontos; impulsionou novas articulações poéticas e conceituais. Associou-se técnica e criatividade, refletindo intencionalidades e decisões diferentes, por parte dos artistas e dos outros protagonistas que os visitaram durante as estadias.

"Em pele de cordeiro" - Fábio Carvalho
aprox. 1.000 peças de faiança vidrada | 2,0 x 1,6 m
foto: Maria de Fátima Lambert

[ Fábio Carvalho em exposição no Museu Nacional Soares dos Reis, Portugal ]

O artista carioca Fábio Carvalho participa com duas obras inéditas em cerâmica, a partir de 2 de outubro, na exposição coletiva “Prometheus Fecit” no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, Portugal, um dos mais importantes daquele país.


Em Pele de Cordeiro, detalhe

As duas obras de Fábio Carvalho ("Em Pele de Cordeiro" e "Gêmeos") são resultado da residência artística realizada em junho passado na Cerâmica PP&A São Bernardo, em Alcobaça. Portugal. Esta foi a quinta residência artística de Fábio Carvalho em terras lusas. O projeto tem curadoria de Maria de Fátima Lambert (Portugal), e conta com um total de 15 artistas brasileiros e portugueses, entre estes Albuquerque Mendes, Catarina Branco, Carolina Paz, Estela Sokol, Fábio Carvalho, Gabriela Machado, Isaque Pinheiro e Sofia Castro. 

Cerâmica PP&A São Bernardo tem tradição na colaboração com renomados artistas internacionais, como Gerald Gulotta, Jasper Conran, James Packer, John Rochas, Arnold Zimmerman, Nancy Smith, entre outros.
Em Pele de Cordeiro

Na obra Em Pele de Cordeiro Fábio Carvalho criou um mosaico com mais de 1.200 borboletas e flores moldadas uma a uma à mão pelo próprio artista, vidradas em 6 cores diferentes, que juntas formam o desenho de um soldado em tamanho natural, vestindo um uniforme militar camuflado segurando um fuzil. O soldado em mosaico encontra-se "deitado" sobre uma superfície de 60 cm de altura (aproximadamente a altura de uma cama). As borboletas e flores não estão coladas na superfície, acentuando o caráter frágil das pequenas peças, e reforçando a ideia de efemeridade da obra, de que tudo aquilo pode se desfazer a qualquer instante.




Gêmeos

Já a obra Gêmeos apresenta-nos 4 touros vermelhos e brilhantes de tamanho médio (45 x 35 x 30 cm), sendo que dois touros são exatamente como costumam ser produzidos na fábrica (exceto pela cor), e dois touros resultam de uma colagem com acréscimo de diversos ornamentos, alguns buscados de outras peças da fábrica, e outros criados originalmente pelo artista. 

O touro, símbolo tradicional de virilidade, força e impetuosidade, parece agora adocicado pelos ornamentos agregados. Mas isto não quer dizer que não seja mais viril.

Como em toda a produção atual de Fábio Carvalho, o artista procura questionar o senso comum de que força e fragilidade, virilidade e poesia, masculinidade e vulnerabilidade não podem coexistir, propondo uma discussão sobre estereótipos de gêneros.


Serviço:
exposição "Prometheus Fecit"
abertura 2 de outubro, 18h
até 14 de dezembro 2014
artistas: Albuquerque Mendes, Beatriz Sanchez Horta Correia, Bela Silva, Catarina Branco, Carolina Paz, Estela Sokol, Fábio Carvalho, Gabriela Machado, Graça Pereira Coutinho, Isaque Pinheiro, Jorge Abade, Luis Nobre, Maria Pia Oliveira, Sofia Castro e Susana Maria Clemente Piteira
curadoria: Maria de Fátima Lambert
Museu Nacional de Soares dos Reis
rua D. Manuel II, 44, 4050 - 342, Porto, Portugal
horários: 3ª 14h - 18h | 4ª a Dom 10h - 18h