Mostrando postagens com marcador Alex Flemming. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alex Flemming. Mostrar todas as postagens

[ Horizontes – A paisagem nas coleções MAM Rio ]

[Rio de Janeiro]
de: 10/11/2018
até: 10/03/2019



Horizontes – A paisagem nas coleções MAM Rio parte de uma triologia de mostras sobre os gêneros da pintura clássica: retrato, paisagem e natureza-morta. Se a discussão sobre gênero abrange hoje questões como identidade, discriminação, dominação, emancipação de minorias e do outro cultural, há alguns séculos tal termo restringia-se aos diferentes gêneros em que a pintura deveria ser concebida pelo artista e identificada pelo público.

Cícero Dias, Composição no. 11 - 1951.

Reunindo vídeo, pintura, escultura, objeto, desenho, fotografia, gravura e instalação, a exposição reúne mais de 100 obras de quase 70 artistas de diferentes gerações, como Alex Flemming, Alfredo Volpi, Carlos Zilio, Cícero Dias, Daniel Murgel, Eduardo Coimbra, Fábio Carvalho, José Pancetti, Lucia Laguna, Regina Vater, Thereza Simões e Wanda Pimentel, entre outros. Partindo de pinturas de paisagem para revisitar - e também repotencializar - este que é um dos gêneros clássicos da pintura.

Todas as obras integram o acervo do MAM Rio, pertencentes à coleção própria e à de Gilberto Chateaubriand.

Leda Catunda, Paisagem entrelaçada - 2006.
foto: Jaime Acioli

Horizontes, a paisagem nas coleções MAM Rio
curadoria Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes
MAM Rio
Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo
até 10/03/2019
terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 11h às 18h

[ Rio recebe TRIO Bienal ]

fonte: Das Artes 

Fábio Carvalho, Eros & Psiquê

Rio recebe TRIO Bienal

por Redação
07/08/2015

A cada dois anos, uma mudança de foco em setembro faz com que as atenções do circuito artístico saiam um pouco do eixo Rio-São Paulo e migrem para a Região Sul, onde acontecem as bienais de Curitiba e do Mercosul. Este ano, porém, estas duas tradicionais bienais ganham uma companheira no Rio de Janeiro: no dia 05 de setembro, chega pela primeira vez à cidade a TRIO Bienal, bienal internacional de arte contemporânea em torno do tridimensional, que pretende seguir os passos das consagradas bienais de Veneza e a de São Paulo.

Com curadoria de Marcus de Lontra Costa - da icônica mostra “Como vai você, Geração 80?” - e produção executiva de Alexandre Murucci, a TRIO Bienal acontece até 26 de novembro, reunindo 170 artistas de 47 países, em exposições e eventos distribuídos em onze diferentes espaços da cidade, incluindo museus e instituições culturais, como o Centro Cultural Banco do Brasil. As diversas aberturas acontecerão de 5 a 11 de setembro, sendo a cerimônia oficial de abertura no dia 05, às 16h, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, onde será inaugurada a exposição “Celebrando Franz Weissmann”, com obras de grande escala no terraço do complexo.

Felipe Moraes, da série Tubos Sonoros

Todas as obras selecionadas para compor a bienal abordam o tridimensional – escultura, instalações, objetos – assim como, em todos os seus campos ampliados – pintura, fotografia, performance, vídeo e outros suportes enquanto investigação tridimensional – além de pontuações históricas de apoio sobre o tema curatorial: “Quem foi que disse que não existe amanhã ?”, verso de letra de uma música do rapper Marcelo D2, pinçada num momento de incertezas e crise, tanto no Brasil quanto no mundo, sintetizando a persistência do caráter projetual e utópico da arte, que sobrevive, mesmo no terreno movediço do pensamento contemporâneo. Este diferencial foi importante na boa recepção do projeto, que conseguiu a adesão de 47 países, convidados com o apoio da Coordenadoria de Relações Internacionais da Prefeitura do Rio.

Parte das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro, a TRIO Bienal passa, desde já, a integrar o calendário oficial da cidade. Como um evento de arte internacional, a bienal tem como meta fortalecer a posição do Rio de Janeiro como destino global em geral e, em especial, no circuito internacional de arte contemporânea, atraindo a média de audiência típica de mostras deste foco, que é de 300 mil visitantes externos nas cidades que o promovem, segundo dados da Biennial Foundation.

Marcia Xavier

Dentre a extensa lista de nomes divulgados, o público poderá conferir de perto obras de arte dos mais renomados artistas, como Marina Abramovic, Joana Vasconcelos, Daniel Buren, Xavier Veilhan, Los Carpinteros, Vik Muniz, Marepe, Waltercio Caldas, Anna Bella Geiger, Angelo Venosa, Nelson Leirner, Alex Flemming, Arthur Lescher, Barrão, Celina Portela, Fábio Carvalho, Farnese de Andrade, Henrique Oliveira, José Rufino, Marcelo Moschetta, Matheus Rocha Pitta, e dezenas de novos nomes no campo tridimensional.

[ Projeto Identidades ]

(Rio de Janeiro)
até 25/04/2013


abertura 15/03 - sexta, às 19h.

Segundo o texto do curador Osvaldo Carvalho, “a identidade, de modo vulgar, é entendida como um documento (material) que caracteriza determinada pessoa e a qualifica em origem a um grupo social desde o conceito mais amplo, nacional (como o passaporte), até os mais específicos, tais como localidade (RGs), trabalho (carteira de trabalho ou crachá funcional), escola (carteira de estudante) e clube (carteira de sócio). Temos, assim, uma constituição jurídica do indivíduo legalizada pelo documento do qual é portador. Mas essa conceituação tem implicações investigativas também em outras áreas do saber (sociologia, antropologia, filosofia, história, artes visuais, entre outros) cujas definições se multiplicam mediante a abordagem escolhida.

Entre artistas visuais não é menos complexo o efeito das pesquisas realizadas na compreensão e formação de uma identidade. Os trabalhos reunidos nesse projeto compreendem um amplo espectro poético visual que invoca eixos como memória 1 afeto, história 1 resgate, cultura 1 discurso. A diversidade de enfoques estabelece parâmetros que possibilitam, nesse mesmo conjunto, discutir as bases da individualidade, o que nos faz verdadeiramente únicos em meio ao coletivo.

Com a montagem desse projeto percebemos a extensa gama de entendimentos que a identidade suscita em cada um de nós sempre em busca de conhecer a si mesmo tanto quanto os aspectos de sua interatividade com o outro – como me vejo e como sou visto. Sem dúvida, identidade pode ser a construção legal, histórica ou sociológica do ser, mas também é a medida pela qual cogitamos nossa própria existência.”