[ Elemento Desprendido ]

(Ribeirão Preto)

Para a mostra Elemento Desprendido, o projeto Linha Imaginária pretende estabelecer uma dinâmica de diálogo entre olhares diferenciados sobre aspectos que permeiam a fotografia contemporânea. As temáticas aglutinadas nesta mostra — retrato, corpo e paisagem — já bastante utilizadas como assunto de textos e teorias, nunca esgotam o que pode ser a compreensão para cada universo criado por um artista.

Na verdade, as distintas formas de gerar a imagem ou construção dos universos particulares subjugam os estereótipos das nomenclaturas que agregam este conjunto de artistas (América Cupello, Fábio Carvalho, Guilherme Machado, Mônica Rubinho, Neide Jallageas, Nino Rezende, Odires Mlászho, Orlando Maneschy, Paulo Angerami, Rosa Esteves, Sinval Garcia e Wilton Garcia). São 12 pessoas que agora apresentam recortes de suas amplas produções intelectuais, e se encaixam peculiarmente nestes contextos, mas não destinados a finalizar possibilidades e sim para ampliar universos de reflexão sobre seus próprios argumentos e suas conectividades. A mostra como um amplo campo de experiência pretende estabelecer a possibilidade da construção de um hipertexto onde a fruição pública torna-se responsável pelo estabelecimento do alavancar de novas e incomensuráveis relações entre artistas, obras, pensamentos e sociedade.

veja imagens da exposição no site: www.linhaimaginaria.hpg.com.br/atual.htm

abertura: 20 setembro - 20.30h
quando: até 13 outubro 2002 – ter/sex - 9 às 18h; sáb/dom/fer - 12 às 18h
onde: Museu de Arte de Ribeirão Preto - MARP - R. Barão do Amazonas, 323 - Ribeirão Preto - SP
telefone: (16) 635-2421

publicado em 17/09/2002

[ Adoração ]

(Recife)

No próximo dia 18 de setembro, às 19h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM estará inaugurando a exposição Adoração, do artista paulistano Nelson Leirner.
Ao longo de quase 40 anos, Nelson Leirner desenvolveu uma das mais originais obras da arte contemporânea brasileira. Com curadoria de Moacir dos Anjos e realização do MAMAM, Adoração ocupará todo o espaço do museu e reunirá 30 das principais obras do artista realizadas ao longo de quatro décadas, tais como Adoração - altar para Roberto Carlos, O Porco, Terra à Vista, Homenagem a Fontana, Construtivismo Rural, La Gioconda, Futebol, A Grande Ceia, entre várias outras.

Adoração será acompanhada da publicação de um livro bilíngüe contendo um texto de Moacir dos Anjos sobre a obra do artista e uma entrevista com Nelson Leirner feita pelo curador da mostra e pelos críticos Agnaldo Farias e Adolfo Montejo Navas.


abertura: 18 setembro - 19h
quando: até 3 novembro - ter/dom - 12h às 18h
onde: MAMAM - Rua da Aurora, 265, Recife - PE

publicado em 15/09/2002

[ 1a Mostra RioArte Contemporânea ]

(Rio de Janeiro)

ÚLTIMOS DIAS!!

A 1ª Mostra Rio arte contemporânea apresenta obras inéditas dos 29 artistas selecionados por um júri de cinco especialistas do Rio, de São Paulo, Recife e Porto Alegre e duas salas complementares: "Violência e Paixão", sob curadoria da crítica de arte Ligia Canongia, e "Hélio Oiticica: obra e estratégia", sob curadoria do artista plástico Luciano Figueiredo.

Sala complementar VIOLÊNCIA E PAIXÃO

A curadora Ligia Canongia escolheu 21 obras - pintura, escultura, fotografia, instalação - para afirmar a "vitalidade da pulsão romântico-expressionista, como contrapartida à harmonia e ao equilíbrio das tendências clássicas, aí compreendidas as que convergiram para o construtivismo". São cinco pinturas de Iberê Camargo, três de Jorge Guinle e uma de Nuno Ramos, cinco óleos de Ivan Serpa e instalações de Artur Barrio, Ivens Machado, Karin Lambrecht, Miguel Rio Branco, entre outros.

Sala complementar: HÉLIO OITICICA: OBRA E ESTRATÉGIA

O curador Luciano Figueiredo optou por um panorama compacto das principais "invenções" do artista carioca Hélio Oiticica (1937- 1980). São cerca de 95 obras de várias fases e 480 ítens documentais, como manuscritos, esboços, maquetes, carteira original do artista de passista da Mangueira, entre outros. Todo o material pertence ao Projeto Hélio Oiticica. Há obras da época do Grupo Frente (1955-56), Metaesquems (1957-58), Bilateral e Relevo espacial (1959), Monocromáticos (1959), Penetrável (1960), Bólide (1963), Parangolé (1963). Estas são "as ordens principais que formam o corpo da obra de Hélio Oiticica", diz Figueiredo.

quando: de 16 de abril a 9 de junho - ter/qui - ter/sex - 12 às 18h; sáb/dom/feriados - 13 às 19h
local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo - Rio de Janeiro - RJ
telefone: (21) 2240-4640

publicado em 28/05/2002

[ Eu e Você - Karin Lambrecht ]

(livro)

Eu e Você - Karin Lambrecht é o registro de uma ação desenvolvida pela artista dentro de AREAL, projeto em arte contemporânea iniciado em 2000 no Rio Grande do Sul. O livro apresenta a experiência que envolveu um pequeno grupo de pessoas no momento do abate de um carneiro para consumo doméstico de sua carne, em uma estância localizada na zona rural de Bagé, extremo sul do Brasil. O livro atém-se à seqüência de fatos compreendidos nos 30 minutos em que transcorreram o abate do carneiro e a realização simultânea do trabalho da artista, com participação do grupo por ela convidado.

Para documentação do trabalho, Lambrecht projetou uma seqüência em que as reproduções dos desenhos são alternadas com fotografias das mãos dos participantes durante as impressões de sangue. O texto inicial de André Severo situa o trabalho Eu e Você de Lambrecht como artista convidada do Projeto AREAL. Inclui depoimentos de Maria Helena Bernardes e Rolf Wicker, que relatam suas impressões sobre a manhã compartilhada em Bagé.

Eu e Você – Karin Lambrecht é o primeiro volume da série Documento AREAL, voltada à divulgação da arte contemporânea e ao registro de trabalhos de artistas participantes no Projeto AREAL, de autoria dos artistas André Severo e Maria Helena Bernardes. O objetivo da série é trazer a público o ponto de vista do artista sobre seu próprio trabalho, estendendo o exercício da autoria às etapas de documentação e publicação.

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Quem faz o CUBO BRANCO?

O que é o CUBO BRANCO?

O CUBO BRANCO ação em arte nasceu em 1996, um tempo em que sites de arte no Brasil eram praticamente inexistentes, com o objetivo de divulgar o trabalho de novos artistas contemporâneos brasileiros, tanto na rede, quanto fora dela. Até 1998, abrigou projetos de arte exclusivos para a internet, e ajudou a criar sites de artistas e grupos de artistas.

Em 1998, com a disseminação da internet no Brasil, quando então já havia surgido diversos sites brasileiros de arte, e necessitando dedicar mais tempo à minha própria produção artística, decidi encerrar as atividades do CUBO BRANCO, acreditando que grande parte de sua missão inicial estava cumprida.

Entretanto, 4 anos depois, percebi que apesar de várias boas iniciativas de arte na internet brasileira, ainda havia lacunas. Muito do que poderia e deveria estar sendo divulgado ao público de artes estava sendo omitido. E por esta razão, o CUBO BRANCO voltou.

Diferente de quando foi criado, o CUBO BRANCO agora não pretende ser imparcial — muito pelo contrário! Acredito que é fundamental assumir e defender um ponto de vista, privilegiando aquilo que acredito e valorizo. Qualquer projeto similar, por mais que se declare abrangente e imparcial na seleção dos assuntos / artistas apresentados, acaba sendo sempre apenas uma amostragem parcial (e muitas vezes tendenciosa) de um universo enorme de possibilidades. Deixo claro que o que vocês verão aqui será desde o início assumidamente parcial, sendo esta seleção guiada exclusivamente pela minha opinião pessoal.

No CUBO BRANCO serão divulgados prioritariamente:

>> projetos, eventos e exposições organizadas por grupos de artistas;

>> projetos, eventos e exposições em espaços alternativos ao circuito oficial e/ou comercial;

>> cursos , debates, workshops e palestras, de interesse para a formação de artistas jovens ou para o aprimoramento e discussão da arte contemporânea brasileira e seu circuito de ação, independente do local onde serão realizados estes eventos e

>> projetos, eventos e exposições em espaços institucionais sem fins comerciais.

Com raras excessões, o CUBO BRANCO não divulgará exposições em galerias comerciais, uma vez que estas já contam com todo um sistema próprio estabelecido, podendo pagar caros divulgadores para realizar este trabalho, tendo facilidade de acesso às mídias tradicionais.

Não pretendo apresentar aqui uma "verdade absoluta", mas a minha opinião. Este é um projeto/site de cunho pessoal. Aproveito para sugerir que todos procurem declarar e defender de forma mais objetiva e explícita seus pontos de vista sobre arte contemporânea brasileira, uma vez que o que se percebe em nosso circuito é uma grande permissividade generalizada, onde o que se ouve mais freqüentemente nos vernissages e debates é um certo artista é "legal", que uma dada obra é "muito interessante"; onde a discussão da qualidade, e acima de tudo, da pertinência das obras apresentadas nas exposições raramente acontece.

CUBO BRANCO ação em arte
desde 1996 divulgando e promovendo a Arte Contemporânea Brasileira de qualidade!
Rio de Janeiro - Brasil
http://cubobranco-br.blogspot.com/

Como divulgar seu evento no CUBO BRANCO