[ Fábio Carvalho participa da exposição coletiva "Papel de Seda" - RJ ]

(Rio de Janeiro)
abertura: 25/05/2014, 18:30 h
até: 30/08/2014

Fábio Carvalho participa da exposição coletiva "Papel de Seda", que reúne artistas brasileiros e italianos no IPN Museu Memorial, na rua Pedro Ernesto, 32/34, Rio de Janeiro. A exposição abre no dia 25/6, quarta, 18h30, e tem curadoria de Marco Antonio Teobaldo.



A proposta da mostra é reunir um grupo de artistas para realizarem suas obras sobre um mesmo suporte: o papel de seda. A delicadeza do papel de seda será transformada em obras site specific para a Galeria Pretos Novos. Inicialmente se pensou em apresentar as obras coladas diretamente sobre as paredes da galeria, reiterando o caráter frágil e efêmero da matéria. Mas surgiram propostas que extrapolaram a bidimensionalidade e o emprego deste material.

Dentro do contexto histórico em que se apresenta a galeria, localizada sobre o mais importante sítio arqueológico da rota dos escravos no Brasil, o Cemitério dos Pretos Novos, a fragilidade da estrutura dos materiais utilizados e a sobreposição das camadas de papel se integrarão a estrutura arquitetônica do espaço.

"Parada Monarca", de Fábio Carvalho.

Para esta exposição Fábio Carvalho desenvolveu um trabalho inédito, chamado "Parada Monarca", que se constitui de bandeirinhas de papel seda branco com impressões em tinta acrílica, através do uso de carimbos de borracha produzidos à mão pelo próprio artista, a partir de um desenho original de sua autoria de um soldado em uniforme camuflado, com asas de borboleta saindo de suas costas. O "Monarca" do título é uma referência à borboleta monarca (Danaus plexippus) recorrente em trabalhos de Fábio Carvalho.

As "bandeirinhas" serão penduradas da maneira tradicional das festas juninas, porém em fileiras sucessivas, formando uma grande matriz de soldados, com dimensões totais de de 1,60 m de altura por 1,40 m de largura.

O título da obra, "Parada Monarca", é alusivo à formação que os soldados ficarão na parede, tal qual a formação de um desfile (parada) militar, e também um jogo de palavras com a impossibilide destes soldados ficarem realmente parados, ordeiros, como se espera de um militar, pois devido à leveza do material, qualquer deslocamento de ar os fará "voar", tornando o trabalho altamente cinético e ruidoso, numa homenagem explícita às "Superfícies Farfalhantes" de Aluisio Carvão, criadas nos anos 1960, com as quais quebrou a rigidez do movimento Concreto.

Carimbos de Fábio Carvalho em arte da logomarca da exposição
criada pela designer Adriane Amato.

Os artistas participantes da mostra são os brasileiros Eduardo Denne, Fabio Birita, Fábio Carvalho, Noises Patrício, Ozi, e os italianos Mr. Klevra e Omino71.

[ Leonilson: Verdades e Mentiras ]

(São Paulo)
abertura: 22 de julho, 19h - 22h
até: 30 de agosto


Trabalhos dos últimos anos de vida de Leonilson são tema de exposição na Galeria Superfície


A exposição foca a produção dos 10 últimos anos de vida do artista José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), conhecido apenas como Leonilson. Intitulada “Leonilson: Verdades e Mentiras”, a mostra, que conta com texto e curadoria da artista Leda Catunda, amiga pessoal do artista, reúne obras de diferentes formatos, como desenhos, pinturas, aquarelas e esculturas. São obras garimpadas em coleções particulares, entre elas, algumas nunca exibidas ao público.

A produção de Leonilson é um verdadeiro arquivo sobre sua vida, uma incansável busca de intensidade poética individual, onde a obra é o suporte e registro. Os últimos anos de sua vida foram marcados por um sentido de vulnerabilidade humana e na possibilidade de transcendência. A AIDS mudou o rumo da sua vida e marcou sua produção artística, conferindo-lhe uma terminologia final e irredutível.

O despojamento e a simplicidade característicos de sua obra, particulamente aos desenhos desse período, são tensionados pela morte anunciada e pela busca de sentido para a travessia da vida para o estado espiritual.

Serviço:
Leonilson: Verdades e Mentiras
Curadoria de Leda Catunda
abertura: 22 de julho, terça feira, das 19h às 22h
até 30 de agosto

[ Fabulário ]

(Niterói)
abertura: 12/07/2014, 11h
até: 24/08/2014 


Fabulário de Osvaldo Carvalho no MAC-Niterói
Com apoio de Eixo ArteContemporânea.
Curadoria de Mariana Bretas.

Fabulário é a mais nova série de pinturas apresentadas por Osvaldo Carvalho no MAC de Niterói. O artista apresenta 10 telas de grandes formatos em que fala de algo que parece inofensivo, porém, de fato, é uma exposição em que o espectador é convidado a refletir sobre o caráter universal do emaranhado de situações que permeiam nossas vidas, hora de forma feliz, harmoniosa e limpa, hora com uma obscuridade que lutamos para mantê-la longe dos olhos, por vergonha ou por ignorância. As pinturas têm esse princípio em suas faturas, cada uma com seu ar ingênuo, mas à beira do precipício, reafirmando a complexidade da condição humana.


Abertura: 12 de julho de 2014. Sábado a partir das 11h.
Visitação: de 13 julho a 24 de agosto. Terça a domingo das 10 às 18h.
MAC – Niterói (varanda) 1º andar. Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem, Niterói - RJ
Informações: (21) 2620-2400.

[ obras de Fábio Carvalho na revista eletrônica Bibliothèque (Grécia) ]

Diversos trabalhos de Fábio Carvalho foram publicados juntos a um artigo e a um poema no site grego de filosofia e poesia Bibliothèque.


A revista eletrônica grega Bibliothèque (http://bibliotheque.gr), de filosofia e poesia, por duas ocasiões selecionou trabalhos de Fábio Carvalho para acompanhar como contraponto suas publicações. A primeira vez foi em outubro de 2013, quando sete de suas obras acompanharam o artigo "Οι Πρωτόγονες Ρίζες Του Πολέμου" (As Raízes Primitivas das Guerras), de Καίτης Βασιλάκου.


link: http://bibliotheque.gr/archives/29098
via Google translator: http://tinyurl.com/bibliotheque-fc1


Agora, hoje, a revista Bibliothèque volta a publicar obras de Fábio Carvalho em suas páginas, desta vez junto ao poema "Τρείς Έλληνες Αντάρτες" (Três Rebeldes Gregos), de Wolf Biermann.


link: http://bibliotheque.gr/archives/37542
via Google translator: http://tinyurl.com/bibliotheque-fc2

Nas palavras de Vassos Georgas, Editor Chefe da revista Bibliothèque, "Na obra única de Fábio Carvalho encontramos tamanha melancolia e uma mensagem muito pacífica sobre os seres humanos que desapareceram. As pessoas costumam esquecer muito facilmente os seus defeitos e no trabalho de Carvalho encontramos uma mensagem muito forte: quão bela é a vida na paz e na harmonia".